Os gens alieniginas de Adão


Por Zecharia Sitchin*

 

O Caso dos gens alieniginas de Adão

De qual imagem Adão – o protótipo de seres humanos modernos, Homo Sapiens – foi criado?

A Bíblia afirma que Elohim disse: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança…” Este é um ponto de vista, o outro foi a tentativa de explicar os enigmáticos genes que os seres humanos possuem, apresentada quando da decifração do genoma (código genético) humano anunciada no meados de Fevereiro de 2001: a explicação oficial foi de que “…havia sido formadas a partir de um grupo de bactérias!”

“Humilde” foi o adjetivo mais usado pelas equipes científicas e pela mídia para descrever a principal conclusão: “…o genoma humano não contém os 100.000-140.000 genes [1] esperados, mas somente cerca de + ou – 30.000. Pouco mais que o dobro dos 13.601 genes de uma mosca de fruta e quase 50% dos 19.098 genes de uma lombriga. Isto foi um golpe forte na árvore genealógica da vida!

Além disso, não houve praticamente qualquer singularidade aos genes humanos. Eles são 99% comparáveis aos genes dos chimpanzés (e não aos 95% antes estimados) e 70% aos genes dos ratos. De igual forma, foram encontrados genes humanos com as mesmas funções em outros animais vertebrados, e também em invertebrados, plantas, fungos, leveduras.

Os resultados, além de confirmam que houve uma fonte de DNA para toda a vida na terra também criou mecanismos que permitem a ciencia rastrear o processo evolutivo da vida neste planeta: como organismos complexos evoluíram geneticamente a partir de organismos mais simples, adotando em cada estágio genes de uma forma de vida inferior para criar formas de vida mais complexas, culminando como o Homo Sapiens. 

  

“Coçar a cabeça” –  Uma descoberta estranha

Foi ao traçar os registros evolucionários verticais contidas no genoma do ser humano e de outros animais analisados que os cientistas deparamam-se com um enorme enigma. O “coçar a cabeça da escoberta”, como os próprios cientístias denominaram esse enigma: 223 genes contido no genoma humano simplesmente não possuem os necessários antecessores na árvore genômica evolucionária!

 

Como e de onde o homem adquiriu esse grupo de genes enigmáticos?

Na progressão evolucionária das bactérias aos invertebrado (como as linhagens do leveduras, vermes, moscas ou erva da mostarda – que foram decifradas) aos animais vertebrados (ratos, chimpanzés) e finalmente aos seres humanos modernos, estes 223 genes simplesmente não existem na fase invertebrada. Em virtude disto a ciencia só pode explicar suas presenças no genoma humano como “bem recente” (considerando as escalas de tempo evolucionárias), muito provavelmente “por transferência horizontal das bactérias.”

Em outras palavras: Em uma época relativamente recente da evolução os seres humanos modernos adquiriram esses 223 genes não como resultado da evolução gradual, não verticalmente na árvore de vida, mas horizontalmente, como uma inserção lateral do material genético bacterial…

 

Uma diferença imensa

À primeira vista pode até parecer que 223 genes não são grande coisa, que não representa nenhuma grande coisa. Na verdade, se cada gene faz uma grande diferença para cada indivíduo, 223 genes representam uma gigantesca diferença para uma espécie como a nossa.

O genoma humano é composto por aproximadamente três bilhões de neucleotídeos (“letras” A-C-G-T representam as iniciais dos quatro ácidos nucleicos [2] responsáveis por toda a vida na terra); deles, apenas um pouco mais de 1% são agrupados em genes de funcionamento (cada gene consiste em milhares de ” letras”). A diferença entre uma pessoa e outra equivale aproximadamente a uma “letra” em mil no “alfabeto” do DNA. A diferença de genes do homem e do chimpanzé é menos de 1% ; e 1% de 30.000 genes são 300.

Assim, 223 genes são mais de dois terços da diferença entre eu, você e um chimpanzé!

Uma análise das funções destes genes através das proteínas que eles soletram, conduzidas pela equipe do consórcio público internacional e publicada pela revista Nature, mostram proteínas envolvidas não somente em importantes funções fisiológicas como também psicologicas. Além disto, são responsáveis por importantes enzimas neurológicas originarias somente da parcela mitocondrial do DNA – o chamada “DNA de Eva” que a humanidade herdou somente através da linha materna; todo caminho de volta para uma única “Eva”…

Somente esta constatação levanta sérias dúvidas a respeito da explicação da “inserção bacteriana.”

 

Uma teoria instável

Todos cientistas concordam que esse 223 genes são importantes e complexos, que dão uma imensa vantegem ao ser humano. A origem desses genes é que divide a opinião dos cientistas, com muitos chegando a afirmar que foram obtidos pela espécie humana “muito recentemente”, através da cortesia de bactérias infectantes (sic)!

“Essa idéia é bem atual, um salto que não segue as teorias evolucionárias divulgadas até agora”, disse Steven Scherer, diretor de mapeamento do Human Genome Sequencing Center, Faculdade de Medicina de Baylor.

“Nós não identificamos uma fonte bacteriana fortemente preferida para os genesputativos transferidos horizontalmente,” afirma o relatório da revista nature. A equipe do consórcio público, conduzindo uma pesquisa detalhada, encontrou outros 113 genes (além dos 223) “difundidos entre as bactérias”, mas completamente ausentes mesmo nos invertebrados. Uma análise das proteínas que os genes enigmáticos expressam mostrou que dos 35 genes identificados, apenas 10 tinham contrapartes nos vertebrados (variando de vacas, roedores à peixes); e mais: 25 dos 35 eram únicos e exclusivos aos seres humanos.

“Não está claro se a transferência foi das bactérias para o humano ou do humano para as bactérias”, disse Robert Waterson, co-director do genoma da Universidade de Washington.

Mas se o homem deu aqueles genes às bactérias, onde o homem adquiriu aqueles genes para começo de conversa?

 

O papel dos Anunnakis

Os leitores de meus livros devem estarem sorrindo até agora, porque eles sabem a resposta.

Eles sabem que os versos bíblicos sobre a formação de Adão são reedições condensadas de muitos textos sumerios e akardios muito mais detalhados, encontrados inscrito em tabletes de argila, onde o papel do Elohim na génese é executado pelos Anunnakis – “aqueles que do céu à terra vieram.”

Como detalhado em meus livros, começando com o `10º Planeta` (1976) e ainda mais na `Génese Revisitado` e no `Código Cósmico`, os Anunnakis vieram à terra a uns 450.000 anos, vindos do planeta Nibiru – um membro de nosso próprio sistema solar cuja sua grande órbita lhe traz a nossa parte dos céus à cada 3.600 anos. Vieram aqui pela necessidade de ouro para proteger a atmosfera do seu planeta do encolhimento. Na necessidade de mão-de-obra para extrair o ouro seu cientista principal Enki sugeriu que usassem seu conhecimento genético para criar os trabalhadores primitivos necessários. Quando os outros líderes do Anunnaki indagaram: Como pode você criar um ser novo? Respondeu: ” O ser que precisamos já existe; tudo que nós temos que fazer é põr nossa marca sobre ele.” Isto ocorreu a uns 300.000 anos atrás.

O que Enki tinha em mente era aperfeiçoar geneticamente os hominídeo existentes, que já estavam na terra à milhões de anos em processo de evolução natural, adicionando alguns dos genes mais avançados dos Anunnakis que na época, cerca de 450.000 anos atrás, já viajavam pelo espaço, possuiam ciencia genômica avançada e diversas outros conhecimentos e tecnologias que somente agora nós estamos alcançado os primeiros estágios. Até hoje o DNA é simbolizado por uma hélice dupla (um símbolo Anunnaki, duas serpentes entrelaçadas helicoidalmente – tambem usado pela medicina e cura) em que os degraus são formados por pares de bases azotadas ligadas entre si através de licações de hidrogênio.

Quando os líderes dos Anunnaki aprovaram o projeto (como ecoados na bíblia ”nos deixa formar Adão”), Enki com a ajuda de Ninharsag, médico principal dos Anunnakis, empreende um processo genético, adicionando e combinando genes dos Anunnakis aos de homanoídes na época já existentes neste planeta.

Quando, após muitas experiências e erros excitantes, descritos e gravados na antiguidade, “um modelo perfeito” foi alcançado, Ninharsag segurou-lhe com força e gritou: “Minhas mãos o fizeram!” Um artista antigo descreveu essa cena em um selo de cilindro – Veja ilustração abaixo.

Sendo assim, nossos genes extras vieram dos Anunnaki e não de bactérias, Edão ou Eva.

 

Uma questão de extrema importância e significado

A menos que uma investigação científica adicional possa estabelecer, acima de qualquer sombra de dúvida, que a única fonte possível dos nossos genes extras foram originados de bactérias, e também, a menos que se determine cientificamente que a infecção (transferência horizontal) foi das bactérias ao homem e não do homem para as bactérias, a outra e única solução disponível é aquela apresentada pelos textos Sumerios escritos há milênios.

Até lá, a origem extraterrestre dos nossos 223 enigmáticos genes permanecerão como uma alternativa e como uma prova de colaboração da avançada ciência dos Anunnakis e suas proezas genéticas na terra.

 

Notas complementares

[1] Sequência de nucleotídeos do DNA que pode ser transcrita em uma versão de ARN ou partes do DNA que dirigem a produção direta de aminoácidos e proteínas.

[2] A molécula de DNA é formada por quatro bases químicas: adenina, guanina, cítosina e timina. Essas bases se ligam – adenina (A) sempre com timina (T) e guanina (G) com citosina (C). O genoma inteiro tem três bilhões de pares de bases. Cada célula humana contém aproximadamente dois metros de DNA GENES – Os genes são pedaços (seqüências) de DNA. Cada gene tem instruções para a produção de uma proteína. São as proteínas que controlam todos os processos da vida de uma pessoa, do nascimento à morte O MAPA DE UMA NOVA ERA Bem-vindo ao futuro.

 

* Zecharia Sitchin, judeu russo criado em Israel, foi historiador, arqueólogo, orientalista, linguísta especializado na escrita cuneiforme da suméria, jornalista, editor jornalistico, escritor e consultor de agências governamentais de diversos países.

 

Fonte

1. Zecharia Sitchin Official Web Site

 

Nota Final

Em virtude do falecimento de Zecharia Sitchin, ocorrido em 9 de outubro de 2010, questões relacionadas com suas obras e publicações, sejam assuntos comerciais ou mesmo simples autorizações para traduções ou republicações de materiais devem serem encaminadas por e-mail  para Janet Sitchin.

 

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3 Responses to Os gens alieniginas de Adão

  1. alextauber1 says:

    Excelente post, parabéns.

  2. Pingback: A Existência Pelo Ouro | projetohorizon

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