Gigantes da Eurásia


Por Paul Stonehill

Issik Kul é um lago de águas profundas localizado das montanhas de picos nevados Tian Shan, em Transiliysk Ala Tau, Quirguistão ou Quiguízia, ex-república soviética da Ásia Central. O nome do lago significa “água perigosa”.

 

 Esqueletos gigantes

Ali, no fim dos anos de 1930, segundo testemunhas, em cavernas próximas, foram encontrados três esqueletos humanos com mais de três metros de altura. As ossadas eram adornadas com figuras de morcegos feitas de prata. Os moradores do local evitam falar sobre o assunto mas informaram que a prata foi quase toda roubada e derretida, salvando-se apenas um pequeno pedaço. Porém, muito antes do achado, antigas lendas da região falavam de uma cidade submersa no lago governada por um legislador com orelhas de asinino, de asno, o rei Ossounes.

 

 Misteriosos nadadores

Em 1982, Mark Shteynberg, um veterano da guerra do Afeganistão conduzia um treinamento de mergulhadores e testes com mísseis no Issik Kul quando recebeu a inesperada visita do major-general Demyanko, comandante do Military Diver Service of the Engineer Forces of the Ministry of Defense [Serviço Militar de Mergulhadores das Forças de Engenharia do Ministério da Defesa da União Soviética]. O comandante vinha relatar eventos extraordinários que tinham ocorrido no Trans-Baikal e oeste da Sibéria, durante um treinamento similar àquele que estava sendo realizado no lago Issik. Durante os treinos, os mergulhadores tinham se confrontado com misteriosos “nadadores subaquáticos” com aparência de gigantes humanóides. Usavam roupas justas e prateadas à profundidade de 50 metros e não usavam qualquer equipamento de mergulho ou seja, pareciam respirar normalmente debaixo d’água.

 

 Força desconhecida

O comando militar na Sibéria deliberou, então, capturar uma dessas criaturas. Foram designados sete mergulhadores sob o comando de um oficial. O grupo entrou na água, localizou o alvo em grande profundidade mas quando se preparava o lançamento de uma rede de captura, os mergulhadores foram subitamente arremessados à superfície por uma força desconhecida. A subida rápida demais provocou embolia em todos. Na base, somente funcionava uma câmara de descompressão com capacidade para duas pessoas. Em um esforço desesperado para salvar os homens, o comando colocou quatro dentro da câmara. Em vão: dos sete, três morreram e os quatro restantes tornaram-se inválidos. Demyanko, sabendo que no lago Issik estavam ocorrendo avistamentos semelhantes, tratou de voar para lá a fim de avisar à outra equipe que não tentasse qualquer missão de captura naquelas “águas perigosas”.

Mas as autoridades queriam saber mais: determinaram que fosse feita uma análise detalhada dos eventos do Lago Baikal. Também foi elaborada uma lista de outros lagos de águas profundas onde tinham sido registrados avistamentos de fenômenos anômalos semelhantes: aparecimento de criaturas, ascensão e descida de discos e esferas, luminescências emanadas das profundezas.

 

 Investigando

Sobre os gigantes do lago siberiano, o conhecido escritor russo Mikhail Demidenko, que esteve na região em 1986, lembra que os pescadores contavam como um mergulhador soviético foi “catapultado” entre 10 a 15 m acima da água. Eles jamais souberam como aquilo aconteceu. Interessado em fenômenos paranormais, o último livro de Demidenko, publicado em 1999, trata de um tema fascinante e misterioso: Following the SS Trail Into Tibet [Seguindo a Trilha da SS Nazista no Tibete].

Em 1954, o escritor, acompanhando uma inspeção militar no Oeste do Tibete, passou a noite numa lamaseria onde encontrou um velho monge russo. O monge contou a ele sobre cavernas nas montanhas tibetanas onde gigantes de três metros repousam em sono induzido; “um dia, vão despertar”, disse ele. Contava-se também que os chineses descobriram e destruíram uma destas cavernas sagradas de onde retiraram “gigantes anfíbios adormecidos”. No livro, Demidenko demonstra amplamente a adoração dos nazistas pelo ocultismo e o forte interesse pelos segredos do Tibete, especialmente no que diz respeito às cavernas, às cidades subterrâneas (Agartha, Shambala) e aos gigantes. Hitler enviou expedições ao Tibete em busca dos semideuses, conservadores e renovadores da raça superior.

Relatos sobre esses gigantes anfíbios são relativamente comuns na Rússia e, em muitos casos, aparecem relacionados com OVNIs. Em 1980, Borisoglebsky, região de Veronezh conhecida como uma das áreas de maior atividade ufológica da antiga União Soviética, recebeu uma comissão que iria investigar essa questão. Os observadores militares registraram avistamentos de naves de tamanhos variados, de uma bola de tênis à 200 metros de comprimento, movimentando em diferentes alturas e velocidades: de 0 a 600 km por hora; no chão ou a 20 km de altura.

Em maio de 1982, uma aeronave MIG-21 perdeu a comunicação com a base e caiu na floresta. No mesmo local e momento um UFO foi avistado a 1.500 metros. Uma operação de resgate foi organizada para buscar os restos do avião. Dois membros dessa equipe de busca estavam em uma clareira quando encontraram um gigante com mais de 3 metros e meio de altura vestido com uma indumentária verde-prateada. Ao se deparar com os humanos, a criatura evadiu-se. Ouviu-se uma explosão além das árvores e elevou-se nos céus um rastro luminoso.

Os gigantes anfíbios foram vistos muitas outras vezes: em Anapa, no Mar Negro, um caçador de tubarões deparou-se com eles a 8 metros de profundidade. Eram brancos como leite, tinham as faces humanas e uma cauda de peixe. Um deles parou em frente ao mergulhador e nele fixou seus enormes olhos salientes, parecendo vidro turvo. O estranho agitou uma das mãos membranosas como que acenando e então, foram todos embora. O homem deixou de caçar tubarões.

 

Fonte

1. Jornal Pravda (em inglês), baseado em informação originalmente publicada pela revista Fate

 

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