Carne – Alimentação negativa


Por Rubens Porto

A ciência já analisou detidamente os vários tipos de carne-alimento e descobriu que vários elementos que a compõe são contra-indicados à saúde humana.

O efeito negativo que a carne produz no corpo físico e por reverberação fluídica na alma humana, ocorre em conseqüência da forma brutal que esses animais são mortos nos matadouros.

Vejamos então do ponto de vista do sistema glandular:

1. A epífise (glândula pineal) a cada passo evolutivo na escala zoológica, vai se fixando e se desenvolvendo no animal. Seu funcionamento ainda é desconhecido pela ciência médica, que apenas lhe empresta a tarefa de “travar” a evolução dos órgãos sexuais, desconhecendo qualquer hormônio por ela produzido. Na pineal está a válvula transmissora-receptora de vibrações do corpo astral, sendo também utilizada pelos animais (cães, cavalos, etc).

2. A hipófise (ou “pituitária”) tem grande complexidade de produção hormonal e é uma das glândulas-chave da criatura humana em sua ligação com o mundo astral mais denso.

A produção hormonal pode influir na modificação do DNA, por atos e pensamentos harmoniosos ou em contraposição, atos e pensamentos de raiva e ódio.

Pelo exposto, talvez não seja descabido conjeturarmos uma outra conotação espiritual, relativa à ingestão de carne: sabendo-se que o boi, em particular, tem as glândulas hipófise e epífise, sendo a primeira produtora de hormônios e a segunda reguladora da atividade sexual, infere-se que; ao morrer, violentamente nos matadouros, a terrível comoção do animal produzirá e liberará instantaneamente fluidos negativos concentrados, não por pensamentos de raiva e ódio, mas simplesmente pelo trauma da morte prematura, fato que injuria sobremaneira seu instinto de conservação. Tais fluidos, concentrados, se integrarão aos despojos do animal, contaminando-o de matéria espiritual negativo e infeliz. O indivíduo que ingerir tais despojos, negativamente energizados, terá prejudicada a qualidade dos seus próprios fluidos.

A Lei da Evolução é uma constante e no futuro erradicará dos costumes humanos a alimentação de carne, estágio já ultrapassado por ele – o instinto; tendo em vista que ela só é conseguida tirando a vida do animal, o que demonstra ainda nosso atraso espiritual. Consequentemente, a abstenção da carne nos ajudará atingir mais facilmente etapas adiantadas da Lei Evolutiva – razão e intuição.

Nota

1. Conteúdo extraído do livro: “Animais – Nossos Irmãos”, de Eurípedes Kühl

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