Teoria da Evolução em Crise


Confrontados por evidências cumulativas, muitos cientistas estão abandonando a teoria da evolução.

Por Thomas E. Woodward

Nos últimos 18 meses ou mais, venho entretendo idéias não evolucionárias e mesmo idéias anti-evolucionárias. Por mais de 20 anos pensava que – de algum modo – estava trabalhando com a evolução.

Uma manhã acordei pensando em algo que acontecera na noite que me impressionou bastante, pois estava trabalhando nisso há mais de 20 anos; e não havia uma só coisa que eu soubesse a respeito. É um choque significativo saber que alguém possa ter sido enganado por tanto tempo.

Nas últimas semanas venho fazendo uma pergunta muito simples à várias pessoas e grupos: Vocês podem me dizer alguma coisa que saibam sobre evolução – qualquer coisa – que seja verdade indiscutível?

Derrota na Suprema Corte

Em junho de 1987, as linhas de batalha da Suprema Corte (dos Estados Unidos) novamente foram traçadas: evolucionistas de um lado, criacionistas do outro. A batalha era sobre o “Lei para o Tratamento Igual da Criação-Ciência e Evolução”, que exigia o ensino de ambas as teorias nas aulas de Biologia na escola pública.

Novamente os criacionistas foram derrotados fragorosamente, o que levou Steve Shapiro da Organização das Liberdades Civis Americanas (ACLU), nomear a decisão “um fim jurídico do movimento criacionista”.

Vitórias em Universidades e Laboratórios

Porém, o que os criacionistas não conseguiram nos tribunais e salas de aulas, estão conseguindo nas universidades e laboratórios de ciência em diversos países do mundo. Você provavelmente não saberá nada a esse respeito pela grande mídia, mas um crescente número de cientistas e intelectuais estão abandonando Darwin e a fé deles na teoria da evolução!

Recentes avanços em Biologia e outras ciências têm aplicado golpes tão duros na evolução que um cientista disse que “Tudo isso (teoria da evolução) está se desmantelando”.

Em 1981, o paleontólogo britânico Colin Patterson começou a perguntar a outros cientistas que lhe dissessem algo que soubessem acerca da evolução; não pequenos fatos isolados em tod cadeia dessa teoria, mas pelo menos um único exemplo que contemplasse toda a cadeia evolutiva. Palestrando a biólogos no Museu Americano de História Natural na cidade de Nova York, ele disse: “Fiz essa pergunta na equipe de geologia do Museu Field de História Natural e a única resposta que obtive foi silêncio. Com membros do Seminário de Morfologia Evolucionária na Universidade de Chicago, um quadro mui prestigioso de evolucionistas, e tudo que consegui lá foi um silêncio por um longo tempo e, eventualmente, uma pessoa disse, ‘Eu só sei uma coisa – não deveria ser ensinada na escola secundária”.

Patterson afirma que a ciência moderna supõe que “uma visão racionalista da natureza (evolução) tem substituído uma irracional (criação)”. Ele fez aquela mesma suposição até 1980. “Então eu acordei e conclui que toda a minha vida eu tinha sido tapeado em aceitar o evolucionismo como verdade revelada de alguma forma”. Ele disse que experimentou “uma mudança sobre a evolução como conhecimento e evolução como fé”.

Patterson diz que uma das razões principais pelo seu ceticismo é que não existem formas transicionais [1] reais em qualquer lugar do registro fóssil. Sem esses registros fóseis) transacionais  a teoria da evolução se desmonta.

“Não acredito que teremos algum acesso a alguma forma de árvore (evolucionária) que possamos chamar de fatual”, diz ele. Embora Patterson ainda acredite que a evolução ocorreu, ele enfatiza que a crença na criação ou a crença na evolução é igualmente um compromisso de fé. Este é o ponto principal de sua “heresia” darwiniana.

Razões para a dúvida

Na verdade, Patterson está longe de ser o mais extremo dos novos intelectuais céticos da evolução. Alguns pesquisadores têm abandonado completamente o darwinismo como uma teoria confiável.

Por causa das recentes descobertas em genética, biologia molecular e a ciência da informação, um crescente número destes céticos está também abraçando o conceito de um criador inteligente como a explicação mais plausível da origem da vida!

Além disso, eles desenvolveram seus pontos de vista independentemente do relato da criação do Gênesis. A maioria considera a terra como tendo bilhões de anos de idade e, pelo fato de dirigirem suas críticas à uma audiência de especialistas, seus métodos diferem bastante daqueles dos criacionistas tradicionais. Através de cuidadosa pesquisa e equilibrado raciocínio, estes ‘criacionistas’ têm apresentado calmamente suas razões para cientistas evolucionários e já ganharam o direito de serem ouvidos.

Suas maiores incursões têm sido através de críticas da amplamente aceita teoria da evolução química [2]. Não são críticas baseadas em ‘fé’ de livros bíblicos, mas atestadas por rescentes descobertas cientificas.

Considerando-se que os cientistas têm estudado em detalhe a complexidade da célula – com suas fábricas químicas e moléculas do DNA em escadas espirais que registram milhões de bits de informação genética – muitos começaram a se maravilhar como tudo isto poderia ter acontecido por acaso, através de processos naturais.

Um cético proeminente é o astrônomo britânico Sir Fred Hoyle, famoso por sua pesquisa sobre as origens do universo. Hoyle sustenta que “acreditar que a primeira célula se originou por acaso é como acreditar que um tornado pudesse passar violentamente por um depósito de ferro velho cheio de peças de avião e formar um Boeing 747”. Em vez disso, através de uma teoria de “genes chovendo do espaço”, Hoyle teoriza que, onde haja grandes lacunas no registro fóssil, novo material genético foi incorporado nas espécies existentes para produzir estruturas mais complexas. Ele crê que o criador destes genes do espaço não é Deus, mas alguma vida extraterrestre superinteligente.

Reavaliando o mistério

Em 1984, três ex-evolucionistas, com doutorados em química, ciência dos materiais e geoquímica, escreveram a primeira crítica relevante da evolução química – “The Mystery of Life’s Origin: Reassessing Current Theories”. Com páginas de equações matemáticas e fórmulas químicas, aplicou golpes sérios à teoria que a vida começou por acaso.

Apesar do conteúdo criacionista do livro, evolucionistas têm amplamente louvado-o. A mais surpreendente aprovação veio de Dean Kenyon da Universidade Estadual de San Francisco, co-autor do Biochemical Predestination, uma obra importante sobre a evolução da primeira célula.

Após haver lido “Mystery”, Kenyon se ofereceu a prefaciar o livro. Nele, ele afirma que o livro é tão rico de críticas recentes e originais da evolução química que ficou perplexo que outros cientistas não houvessem expressado semelhante criticismo.

De acordo com Kenyon, muitos cientistas hesitam em reconhecer ou estudar os problemas da teoria porque elas “abririam a porta para a possibilidade (ou a necessidade) de uma origem sobrenatural da vida”. Assim, eles continuam procurando por soluções naturalísticas.

Outros, reconhecendo os problemas da evolução química, têm adotado uma teoria chamada “pan-espermia dirigida”, na qual “a vida foi enviada para cá de uma outra parte do universo”. O problema é que eles ainda não responderam como a vida se originou. No epílogo de “Mystery”, os autores explicam como os preconceitos filosóficos têm impedido a muitos cientistas de considerarem a possibilidade da criação. Então, com precisão científica, eles argumentam que um “Criador além do Cosmos” é a explanação mais plausível da origem da vida.

Isto não significa dizer que a ciência tenha descoberto o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. De acordo com um dos autores do livro, o químico Charles Thaxton, a ciência não pode afirmar uma origem sobrenatural da vida. Isto é devido ao fato que a ciência é limitada naquilo que possa ser conhecido através dos sentidos humanos, e Deus não pode ser conhecido somente pelos nossos sentidos.

Porém, a ciência pode distinguir as causas naturais das causas inteligentes, afirma Thaxton. Por exemplo, através de nossos sentidos podemos concluir que as faces (de 4 presidentes americanos) no Monte Rushmore teve uma causa inteligente e que as marcas das ondas na orla da praia tiveram uma origem natural. Semelhantemente, a ciência pode concluir que a vasta casa de armazenagem de informação registrada ao longo da molécula do DNA de até a mais simples célula deve ter tido uma causa inteligente (vide “Signature of Intelligence”, p. 27).

O que a ciência não pode é demonstrar que tipo de inteligência causou isto, se Deus-Criador, extraterrestres, ou qualquer outra coisa. Isto deve ser demonstrado através da apologética, afirma Thaxton, e não da ciência.

Há vinte anos atrás, os evolucionistas não teriam considerado seriamente qualquer livro criticando a evolução química e advogando a criação. No entanto, até o Yale Journal of Biology and Medicine e o Journal of College Science Teaching concederam altas distinções para o “Mystery”: “O volume como um todo” – afirmou o Yale Journal – “é devastador para a aceitação tranqüila das atuais teorias de abiogênese” – evolução química.

O biofísico de Yale, Harold Morowitz, que não é amigo do criacionismo, nomeou o livro como “um interessante começo com considerável lastro científico”. Diversas autoridades mundiais em evolução química descreveram o livro como “uma crítica brilhante” e uma “importante contribuição”.

Uma teoria em crise

Em outro grupo, Michael Denton, um biólogo australiano que se autodenomina agnóstico, também tem desafiado a fé darwiniana. O seu livro “Evolution: A Theory in Crisis” demonstra que os alicerces intelectuais da evolução têm erodido aos poucos e que somente um filosófico “desejo de acreditar” em Darwin permanece. Novas descobertas de biologia estão nos levando mui próximos de uma “refutação lógico-formal das pretensões darwinianas” – afirma Denton.

Mencionando evidência dos fósseis, embriologia, taxonomia e biologia molecular, Denton demonstra que a “grande pretensão” de Darwin – todas as formas de vida são inter-relacionadas e evoluíram de um célula simples – não tem sido apoiada por nenhuma evidência empírica desde 1859, quando Darwin publicou “A Origem das Espécies”.

Murray Eden, professor emérito no MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts, disse que “o livro de Denton deveria ser leitura requerida para quem acredita naquilo que lhe foi ensinado na faculdade sobre evolução”.

Até mesmo o renomado antropólogo britânico Ashley Montagu louvou a Denton: “Eu o achei um escritor da mais surpreendente amplitude de conhecimento nas ciências naturais e um cientista cujas críticas são, na maioria dos casos, exatas e relevantes”. Apesar disso, ele diz que a crítica de Denton não destrói o “fato” da evolução; somente questiona como aconteceu.

Neste ponto, parece que Montagu perdeu o sumário de Denton sobre a teoria de Darwin sendo o “grande mito cosmogênico do século vinte”. Denton demonstra não somente que não há nenhuma evidência fóssil de quaisquer mudanças entre os diferentes tipos de animais, mas também que é impossível imaginar como essas mudanças radicais pudessem ter acontecido passo a passo através da seleção natural.

Denton investiga cuidadosamente, por exemplo, o absurdo de um mamífero terrestre gradualmente evoluindo numa baleia e da implausibilidade de uma escama reptiliana se transformar numa pena ou de um tosco ovo anfíbio se tornar num ovo reptiliano muito mais complexo.

Ele salienta que as aves, que supostamente evoluíram dos répteis, têm um pulmão “de passagem livre” completamente diferente. Quais – pergunta Denton – são os possíveis estágios intermediários entre uma ramificação reptiliana de pulmão “sem saída” e o pulmão “de passagem livre” da ave?

Mais importante ainda, Denton demonstra como a biologia molecular está trazendo maiores problemas para a evolução. Desde quando os cientistas começaram a investigar a estrutura das proteínas e do DNA, eles têm sido capazes de comparar o “soletrar químico” dessas estruturas em diferentes espécies. Nos anos 70 alguns cientistas reivindicavam que este novo dado seria o golpe final no criacionismo. Em vez disso, as seqüências das unidades químicas nas proteínas e no DNA parecem não demonstrar nenhum traço de árvore genealógica que ensina a evolução.

Denton descreve o surpreendente padrão da “isolação eqüidistante” de cada grupo, conforme demonstrado nas variações do citocromo C, uma proteína encontrada nas espécies tão diversas quanto o fermento, a carpa e o ser humano.

“Milhares de seqüências diferentes, proteína e ácido nucléico, têm sido comparados em centenas de espécies diferentes”, ele diz, “mas nunca nenhuma seqüência tem sido encontrada que seja em algum sentido o descendente linear ou ancestral de qualquer outra seqüência”.

Mais adiante, Denton adiciona, “Há pouca dúvida que, se esta evidência molecular estivesse disponível um século atrás, ela teria sido utilizada com efeito devastador pelos oponentes da evolução como Agassiz (um biólogo de Harvard que se opunha a Darwin), e a idéia de evolução orgânica talvez nunca tivesse sido aceita”.

De acordo com Denton, a ciência tem desacreditado tão profundamente a evolução darwiniana que ela deveria ser descartada. No entanto, porque ele é agnóstico e não aceita o criacionismo bíblico, não oferece nada para tomar o lugar dela. Em vez disso, ele sugere que a ciência possa encontrar outra explicação natural no futuro.

Ele aparenta ser aberto, contudo, para o conceito geral da causa inteligente. “É realmente crível”, ele pergunta, “que processos randômicos pudessem ter construído uma realidade, o menor elemento do qual – uma proteína funcional ou gene – é complexo além de nossas capacidades criativas, uma realidade que é mesma a antítese do acaso, que supera em todo o sentido qualquer coisa produzida pela inteligência humana?”

Apontando para Deus

Pelo menos por enquanto, apesar das evidências contra a evolução, a maioria dos biólogos, provavelmente, não irão abandonar Darwin. Muitos continuaram a depreciar o criacionismo como o equivalente a crer numa terra quadrada e continuarão a ensinar a evolução como um fato básico de Biologia assim como a gravidade é um fato em Física.

Mas, por causa de cientistas como Patterson, Thaxton e Denton, a comunidade científica não está mais ridicularizando aqueles que duvidam da evolução e crêem que há uma inteligência por trás do DNA e os começos da vida. Diversos pesquisadores têm admitido que lendo “The Mystery of Life’s Origin” fez com que pensassem pensamentos positivos sobre Deus pela primeira vez em décadas.

De fato, à medida que as evidências apontando para uma “inteligência criativa” operando no universo se acumula, e o número de céticos darwinianos cresce, mais cientistas estão abertamente considerando a possibilidade que esta inteligência já tenha se comunicado com a humanidade.

Os religiosos agora têm a oportunidade em demonstrar para eles (os cientistas) a riqueza das evidências apologéticas que identificam aquela inteligência como sendo o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Portanto, as evidências históricas das religiões podem ser apresentadas na “sala do tribunal do intelecto” sem ser desconsiderada no detalhe técnico de que Deus não existe.

* Thomas Woodward, professor adjunto na Faculdade Trinity da Flórida.

Complementos

[1] – Fósseis transicionais seriam as formas intermediárias tais como – peixes gradualmente desenvolvendo braços e pernas e se transformando em animais terrestres.

[2] – A evolução química afirma que “a primeira célula evoluiu de uma ‘sopa química’ rica em aminoácidos e outras substâncias orgânicas”.

Notas

Traduzido para o português por Enézio E. de Almeida Filho

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20 Responses to Teoria da Evolução em Crise

  1. Hudson says:

    A teoria da evolução até que está durando muito. Mas a mentira é assim mesmo: tem pernas muito curtas. Como é que alguém pode ser tão estúpido de acreditar nessa besteira chamada evolução?

  2. Pingback: Carmem A. de Jesus

  3. Excelente texto! Precisamos espalhar mais argumentos como esse por toda a internet agora que essa nefasta teoria vai fazer 150 anos em 2009.

  4. Peter. M. Oshea says:

    Texto terrivelmente mal elaborado! Não acredito que em pleno o século XXI, ainda existam pessoas que acreditem nesta ridícula teoria do Criacionismo, ou que ao menos gerem textos críticos tão pobres. Talvez vocês devessem também comentar sobre os episódios da Bíblia(que mais parece um livro de conto de fadas)! Mas se querem acreditar no Criacionismo, não vejo problemas nisso(apesar de que seja uma idéia extremamente atrasada…) . Mas acho que não deveriam criticar uma teoria tão correta e bem formulada, principalmente pelo fato de que vocês não têm provas coerentes para fazer isso!

    • Joabe O. says:

      Peter, você já viu ou estudou a insubstancialidade dos fósseis, e sabia que a grande maioria eles são das espécies vivas de hoje, mas claro eles não servem aos net’geos da vida nem aos arqueologista. O que importa é que a evoluçao e a criação sem duvidas sempre trarão mais perguntas. E principalmente a evolução só se explica através de sua própri lógica. além disso questionar é ciencia.

  5. Jonas Arruda says:

    Peter
    Pois acho esse texto exatamente o contrário de ti. Além de muito bem eleborado contém informações oriundas de cientistas responsáveis, que trabalharam nessa área por décadas. Não são meras informações pessoais de alguns que continuam acreditando que o “moderno” é continuar defendendo a TEORIA da Evolução da mesma forma como foi originalmente proposta; que ser “inteligente” é tentar desacreditar pesquisas que apontam outras direções, outras possibilidades de respostas baseadas nas estruturas do criacionismo e evolucionismo…
    Não esqueça que ainda estamos engatinhando na arena do aprendizado científico. E nessa caminhada qualquer hipotese para ser descartada, deve, necessariamente, ser comprovada.
    Tenho dito.

  6. Naked Ape says:

    Começo de tudo…Uma grande biogênese..Teorias e mais teorias…ponto crucial onde diferentes crenças são expostas. Porém, nao se pode, assim, querer refutar ideias e teorias sem um contra-argumento plausível. Essa, “teoria da evolução em crise”, se quer apresenta argumentos embasados em ‘alguma coisa’ para um começo de conversa, ou divergências de opiniões! A “teoria da Evolução” somente foi, e continua sendo mundialmente divulgada e aprimorada, pois apresenta FUNDAMENTOS nas diferentes áreas do saber científico. A morfologia-comparada de embriões; anatomia-comparada dos seres vivos; a genética evolutiva aferida intraespecificamante e entre diferentes especies e sub-especies, apresenta estudos e dados ( matemáticos e estatisticos), onde se pode, não importando credo ou crença, mostrar evidências ‘sensíveis’ da evolução. Não me estenderei , recomendando leituras ou parafraseando autores, sendo esses agnósticos ou não, muito menos abrirei fogo contra a ‘teoria do Criacionismo’ ou enautecerei Galileu-Galilei, portanto, aos que procuram explicar o fator evolução presente de uma outra forma, que a façam, paralelamente e de uma forma inteligente e PAUPÁVEL !

    Saudações biológicas

  7. Acho que cada indivíduo pode criticar a química, pois tem livre arbitro. Agora, sabendo o que está dizendo, pois a química não permite, em si, aceitar falsas críticas!!!!

    Abraços!!!

  8. absl says:

    É preciso saber em que contexto a teoria da evolução surgiu:
    Na época de Kant, que disse ‘dêem-me matéria, e dela farei um mundo’; de Laplace que se vangloriou quando disse: ‘minhas teorias não precisam da hipótese chamada Deus’.
    Esses e outros pais do ateísmo buscavam uma explicação para a origem da vida em que Deus pudesse ser descartado, e Darwin apareceu numa boa hora para explicar a origem da vida de forma ‘natural’.
    A verdade é que a ciência não tem resposta para os ‘furos’ da evolução e não tem interesse em divulgar notícias como a que nos mostra neste texto.
    Precisamos divulgá-las. E, além do mais, as pessoas tem que conhecer as outras teorias de forma oficial nas escolas. Por que só se ensina a de Darwin? O conhecimento é de todos e a escolha pessoal é livre.
    Gostei muito de saber que a evolução está sendo mais e mais questionada no meio científico!
    ABSL

  9. Rafael Pinto says:

    Você tá falando de Design Inteligente, né? Também já foi derrotado no judiciário americano. Não é atoa que condenam esse papo furado de “lixo científico”…

  10. Douglas says:

    A Pergunta “Deus existe?” está mal formulada. Apenas de um Criador Inteligente poderia derivar-se o universo. Não por acidente que os planetas, os sistemas solares e galáxias, giram cada qual em sua órbita, harmonicamente e guardando entre si relação perfeita; não é por acidente que 107 elementos químicos, diferentes, se combinam, se ligam uns aos outros, nas mais variadas formas, dando origem a todo tipo de matéria encontrada na natureza não é por acidente que na fotossíntese, as plantas clorofiladas utilizam a luz solar, o dióxido de carbono, a água e os minerais para liberar oxigênio e produzir alimentos, e poderíamos ir mais além, demonstrando por meio sólidos e irrefutáveis argumentos que a ordem natural não foi inventada pela mente humana A existência da ordem pressupõe a existência de uma inteligência organizadora. E essa inteligência não pode ter sido outra senão Deus.

  11. Douglas says:

    SOBRE o livro de Michael Denton :
    Eu adoro esta parte , desaba a Teoria da Evolução inteirinha :

    “A base evolucionária da homologia é provavelmente severamente danificada com a descoberta de que estruturas aparentemente homólogas são especificadas por genes bem diferentes em espécies diferentes” –“Evolution: A Theory in Crisis, página 149″

    A Homologia era PRATICAMENTE A ÚNICA ”prova” de ancestralidade comum para ”recontruir a árvore de Darwin” e acaba de desabar …
    Não sei como a escola AINDA ensina essa porcaria.

  12. Claudimy Carneiro de Lima says:

    Quem disse que o texto foi mal elaborado,já deve ter lido os livros de criticas à Evoluçaõ,citados acima.Eu sou criacionista,mas lerei em breve O Livro a Origem das Espécies,e os dois citados pelo autor. com o intuito de compará-los,e ver quem tem mais lógica,porém quero chegar às minhas conclusões e não engolir as dos outros, empurradas “goela” abaixo.Sou estudante de biologia.Agora, acho inconcebível o fato de que alguém,que se diz conhecedor de “verdades cientifícas”,dizer que quem é criacionista é ignorante,e da mesma forma,quem é criacionista falar a mesma coisa sobre o evolucionista.Agora não entendo é por que qualquer hipótese ou teoria científica,pode ser criticada,mas a hipótese da evolução não.Ficam furiosos pelo simples fato,de se questioná-la,isso remete ao sectarismo da idade média.

  13. André says:

    código genético em bits? essa parte quase me matou do coração! mas tudo bem!

    outra coisa, um tornado passar por cima de um ferro velho é pouco provável, ferros velhos contendo todas as partes de um avião também é pouco provável! e no mais porque haveriam peças funcionais de um boeing num ferro velho que desse pra montar um avião que voasse? de certo que se está no ferro velho já não tem utilidade então não pode ser montado um avião ali, enfim… exemplinho mixuruca só pode estar tentando justificar um argumento igualmente mixuruca, mas deixando isso de lado, vamos lá..

    Ligações químicas não-biológicas entre moléculas orgânicas numa “sopa” acontecem facilmente! e as possibilidades são inúmeras, e ao acaso muita coisa é formada, sendo a maioria dos produtos dessas reações ao acaso simplesmente inúteis, mas uma coisa ali ou outra aqui acaba acontecendo, alíe isso ao tempo numa escala muito maior do que o tempo que o ser humano possa sentir e teremos sim a possibilidade de surgimento de um processo de manutenção da própria informação vital gerada, por mais simples que ela seja! e inteligência não surgiu do nada, é uma propriedade emergente da organização e de sistemas auto-organizadores, o surgimento da inteligência aconteceu, depois ela evoluiu, e hoje com nós humanos continua a evoluir, agora num outro nível, o nível que transcende as possibilidades do mundo material!

    vale lembrar também sobre a questão dos fósseis, que os genes ou células não surgiram da forma como conhecemos hoje, era algo primitivo e incerto, mas que deu certo, é como o ditado “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Sobre fósseis transicionais, nenhuma transição é perfeitamente gradual, como alguns supõem (???? ninguém e nem Darwin afirma isso), uma mutação num único gene (dependendo da função do gene) poderia tornar a morfologia de uma animal totalmente diferente, assim de um ancestral até nós humanos não esperem encontrar um milhão de fósseis cada um com uma diferença mínima, achar que uma mutação genética vai necessariamente só dar uma diferençazinha é a maior prova da inabilidade de se entender a expressão gênica e o complexo sistema que gere a vida em evolução!

    um exemplo, basta uma mutação num gene que controla a gestação para que de um animal que nasce com corpo com características de adultos, passe a nascer prematuro, ou seja com características fetais! é o caso de nós humanos que nascemos e somente cerca de 15 anos depois começamos a apresentar características de adultos, ao contrário de nossos primos de evolução, os demais primatas que já nascem peludos e hábeis. Nós humanos nascemos todos prematuros em relação aos demais primatas, e nosso cérebro vem ao mundo muito pouco desenvolvido, isso nos permitiu evoluir cognitivamente porque nosso cérebro vem ao mundo muito novinho e isso nos permite um desenvolvimento muito mais avançado, tudo isso bastando uma alteração no tempo gestacional, um gene! e não haverá de encontrar um milhão de fósseis representando uma longa e lenta evolução! porque não existem, e outra, acreditar que deveriam existir fósseis pra todas as formas transicionais que ligam uma espécie a outra é acreditar que deus (sendo irônico aqui) teria fossilizado de propósito todas as formas possíveis, fossilização não acontece facilmente, na verdade é outra coisa que acontece raramente ao acaso.

    O que Darwin começou, um dia nós iremos terminar!
    Há muita coisa além da teoria darwiniana, que vocês críticos da evolução insistem em desconsiderar, como o caso da mutação pontual por exemplo. (Procurem Stephen Jay Gould)

    enfim, acho que é necessário muito mais do que achismo para por a teoria da evolução de canto, se é que isso é possível.

    boa sorte!

    • Gilson says:

      SIMPLIFICANDO O EXEMPLO: UMA LOJA DE PEÇAS DE AVIÃO E SEM PRECISAR CONTAR COM O TORNADO. DEIXEMOS SÓ O ACASO AGIR. PENA NÃO ESTAREMOS MAS AQUI PARA VER O AVIÃOZINHO VOANDO PELOS ARES. ISSO PORQUE ESTOU CONTANDO COM A POSSIBILIDADE DELE VOAR COM SEU PRÓPRIO COMBUSTÍVEL, SEM A AJUDINHA DO TORNADO.

    • Gilson says:

      O PROBLEMA ABORDADO NO TEXTO É JUSTAMENTE ESTE, NÃO TER ENCONTRADO FOSSEIS “DE FETOS ALTERADOS”. CONFORME REPLICA ACIMA BASTA UMA MUTAÇÃOZINHA GENÉTICA PARA ALTERAR UM EMBRIÃO HUMANO. CADÊ ESSES SERES MEU AMIGUINHO ? A PERGUNTA FOI FEITA NO TEXTO.

  14. Ronaldo says:

    Grande André,
    excelentes palavras e crítica arguta do texto, que se finge de científico, mas se revela nas entrelinhas tendencioso. Tens razão gens: código genético em bits?
    Leiam “o século do gene” de Evelin Fox Keller.

  15. DIELE says:

    OS FATOS SÃO INCONTESTÁVEIS HÁ UMA INTELIGÊNCIA POR TRÁS DA VIDA ,QUANTO AO FATO SE TAL INTELIGÊNCIA É DEUS OU OUTRO SER INTELIGENTE , POIS ESTE OUTRO SER DEVE REMONTAR SUA ORINGEM ÚLTIMA EM DEUS, PARA OS CÉTICOS SÓ RESTA UMA ÚNICA SOLUÇÃO PROVAR QUE A VIDA É OBRA DO ACASO ,POIS DO CONTRÁRIO ELA É ORIGINADA DE DEUS SEJA DIRETA OU INDIRETAMENTE POR MEIO DE OUTROS SERES INTELIGENTES CUJA ORINGEM SERÁ DEUS.

  16. Gilson says:

    QUALQUER CRIANÇA PERCEBERÁ QUE O ACASO É TÃO INTELIGENTE COMO DEUS. MAS É SÓ POR ACASO.

    • Gilson says:

      SE O ACASO FOSSE INTELIGENTE COMO DEUS, SERIA O PRÓPRIO DEUS. ENTÃO NESTE CASO O ACASO NÃO TEM CASO E NÃO CAUSA NADA. DEUS É A CAUSA DE TUDO. JÁ NÃO É PRECISO NEM DE FÉ PRA CRER NISTO, BASTA TER NEURÔNIOS.

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