O desaparecimento da holanda


Holanda, a marcha em direção ao desaparecimento.

Holanda, outrora conhecida como o país das túlipas e dos moinhos, hoje é o país dos coffeshop, dos casamentos homossexuais, das montras com prostitutas, dos jovens que não podem ostentar a bandeira tricolor nas suas roupas para não ofender as minorias étnicas e é também o país em que o Ministro da Justiça, Piet Hein Donner, afirma num recente livro intitulado “A terra do ódio e da raiva” que se a maioria desejar instaurar a lei islâmica na Holanda nada o deve impedir. O que está definitivamente instaurada é a polémica, já que o líder do partido a que pertence o autor destas vergonhosas declarações, Maxime Verhagen, declarou corajosamente que aqueles que querem introduzir a Sharia na Holanda, mesmo que eleitos democraticamente, deverão ser privados dos seus direitos constitucionais.

O cerne da questão reside precisamente no fato de que a Holanda está caminhando à passos largos para a sua obliteração enquanto nação e comunidade histórica e, por conseguinte, enquanto entidade etno-cultural específica. O desastroso projecto de multiculturalismo forçado levado a cabo pelos sucessivos governos de Amesterdão têm produzido profundas clivagens sociais entre a população autóctone e os alógenos, mas dado que o multiculturalismo imposto está sustentado pelo aparelho judicial, a população holandesa encontra-se totalmente manietada e impossibilitada de legitimamente reagir perante esta política etno-suicida. Muitos holandeses, desesperados pela sua condição de cidadãos de segunda no seu próprio país, encontraram na emigração a última opção. O crescimento exponencial do Islã na Holanda não se tem processado por eventuais conversões, mas antes pela entrada maciça de imigrantes provenientes particularmente de Marrocos e da Turquia, religião esta que conta já com mais de 460 mesquitas em solo holandês e com o impressionante número de 1300 organizações de carácter islâmico. A própria Casa Real do país viu-se recentemente envolvida numa situação embaraçosa aquando da visita da rainha Beatriz a uma mesquita em Haia, em que o Iman se recusou a apertar a mão à rainha. Tal atitude revela quão subjugada está esta nação face à arrogância dos iminvasores islâmicos, os quais se comportam como se estivessem na sua terra.

Um estudo recente avança com a terrível hipótese de em 2016 a maioria da população das cidades de Amesterdão e de Roterdão serão muçulmanas. O antigo Comissário da União Europeia, Frits Bolkestein proferiu, em tom de amarga incapacidade, estas espantosas declarações: “Nasci em Amesterdão e arrepia-me a ideia de que toda a cultura irá mudar.” É absolutamente incrível que este senhor, não obstante perceber que algo de muito grave está se passando em sua terra natal, se limite a arrepiar-se, empregando inclusive o termo políticamente correto “mudar”, quando na verdade, se fosse um homem inteletualmente corajoso, se fosse um político que efetivamente defendesse os interesses da Holanda e do povo holandês, quando na verdade dizia, deveria ter utilizado a palavra “destruida”, uma vez que, imposta a cultura alógena, nada mais restará da ancestral e original cultura holandesa.

Nota

Publicado originalmente em Arqueofuturismo Online

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