Aprendendo novos idiomas


Por Frank Herles Matos

Atrás de cada idioma existe uma história, uma cultura e um mundo diferente.

Mesmo hoje, com a globalização cada vez mais presente em nosso cotidiano, a língua ainda é uma das ultimas fronteiras entre os povos. Portanto, falar mais de um idioma (especialmente o inglês – 2º mais falado no mundo e o 1º em termos comercial, cientifico e tecnológico) deixou de ser um privilégio de poucos e passou a ser uma necessidade fundamental para todos àqueles que desejam acompanhar a evolução humana.

Mas como aprender novos idiomas ?

A neurolingüísta, lingüista, psicologia e a parapsicologia têm desenvolvido estudos que explicam a habilidade exclusiva do ser humano de falar vários idiomas. Na verdade, “somos um animal social por natureza” e a comunicação humana nos define.

Para aprender é necessário o querer, pois todo e “qualquer aprendizado é um ato ativo e não passivo.” A intensidade do desejo é que regulará o nível de motivação que, por sua vez, qualificará a determinação. Portanto, quanto maior for o desejo de aprender, maior será a motivação e determinação pessoal, e melhores serão os resultados. Isto é tão importante que no caso de línguas muitos afirmam que “não é o professor que ensina nem o método que funciona, mas o aluno que aprende.”

Todos seres humanos são pessoas inteligentes, com graduações e variações de aptidões, talentos, preferências, desejos e objetivos. Somando esses fatores aos aspectos efetivas e educacionais que cada um teve na infância e adolescência, especialmente, teremos como resultado personalidades individuais com pensamentos, comportamentos e atitudes que podem retardar ou acelerar aprendizados.

Visando identificar e analisar fatores e atitudes dessa questão, pesquisamos, consultamos e entrevistamos médicos, psicólogos, parapsicólogos e professores de idiomas. Nosso objetivo foi sintetizar essas informações para que interessados em aprender mais rápido façam uma auto-analise e, com esforço e persistência própria, possam anular, modificar ou amenizar atitudes que retardam aprendizados {1}.

Pela abrangência e complexidade deste tema, temos consciência que nossas pesquisas, consultas e entrevistas foram limitadas; porém, por se tratar de conteúdo útil para nosso público alvo, iremos aprofundá-lo e atualizá-lo sempre que possível. Para isto, agradecemos antecipadamente colaborações de neurolingüístas, lingüista, psicólogos, parapsicólogos e autodidatas em geral que nos enviar informações (com referências) sobre esta questão.

Referências

{1} John Grinder, Richard Bandler e Milton H. Erickson desenvolveram novo modelo de comunicação humana: Programação Neurolingüística, que torna possível auto-avaliações visando mudanças de comportamento e sentimentos, aprendendo novos talentos e trazendo a habilidade de analisar sistematicamente pessoas e experiências excepcionais (ver Programe-se para Vencer).

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