As Chapas de UR


Por Renè Gau *

Em 1927, o arqueólogo inglês Leonard Wooley descobriu na Caldeia (Sumer) o túmulo do célebre rei de Ur (atual Iraque), onde encontrou chapadas de ouro com caracteres gravadas com aproximadamente 12 mil anos de idade.

Se autênticas, essas chapas subscrevem as teses de Jirov e Agrest (russos), Lucien Barnier, Louis Pauwels, Jacques Bergier, Robert Charroux (franceses) e Zecharia Sitchin – consultor da Nasa – erudito, residente nos Estados Unidos.

O livro “Un Roman de Tanger – La Guerre Nouvelle” (tip.Hispano, Arabiga, Tanger – 1951), descreve a história desse descoberta e afirma que essas Chapas Gravadas encontram-se hoje sob a guarda de serviços especiais norte-americanos.

 

Descobertas e Revelações

Na primavera, as escavações resultaram em algo inesperado: Encontraram um poço que os conduziram (Wooley e equipe) ao túmulo do rei. Limpando a área e uma dependência anexa, acharam numerosas peças de ouro, prata, jóias e outros objetos de valor. Entre as peças encontradas, duas chamaram a atenção de Wooley no primeiro instante em que as viu: um estandarte com desenhos e símbolos de cenas de guerra (esta peça possivelmente encontra-se hoje na Inglaterra, em local desconhecido) e um pequeno cofre – até então lacrado. Três dias depois dessa achado o cofre foi roubado por trabalhadores.

Dois anos depois o professor Gerboult (acredita-se de que seja o pseudônimo do prof. Gau), correspondente do Museu de Londres e adido cultural norte-americano, encontrou o cofre roubado em um antiquário londrino.

No início Gerboult “…não sabia a origem da peça e nem tão pouco sobre seu conteúdo. A aparência antiga e o conjunto de objetos encontrados em seu interior lhe dizia que era algo muito importante. “Até hoje não consegui explicar a minha convicção de que aquele material (cofre e conteúdo) eram importantes. Essa idéia se apoderou de mim de tal maneira que no dia seguinte iniciei uma sondagem junto à arqueólogos. Em menos de 30 dias pude constatar que era o material que havia sumido do Iraque. Contactei meu governo (Estados Unidos) e, apesar da relutância e dúvidas iniciais, sob minha responsabilidade de autenticidade, foi autorizado a compra. O preço foi absurdamente elevado, mas compramos.”

No interior desse cofre havia pedras preciosas muito bem trabalhadas, jóias com gravações estranhas (signos indecifráveis) e 12 chapas de ouro com escrita pictográfica, uma delas exibindo uma estrela com 7 braços de 12 cm de diâmetro.

Parte do texto gravado nessas chapas diziam que “as que jóias eram talismãs vindos dos Atlantes que os receberam de extraterrestres idênticos a humanos, vindos de estrelas longínquas a bordo de navios voadores.” Além de autenticar as descrições de Platão sobre a Atlântida, esses textos analisados informavam sobre “seres humanos evoluídos, oriundos de outras galáxias, visitaram a terra a aproximadamente 15 mil anos atrás.”

Outros dois textos decifrados e conhecidos são descrições de “roteiro para se chegar ao Egito Alto, a partir da foz do Rio Nilo; e da disposição dos túmulos dos últimos trinta reis atlantes, formando no conjunto um desenho parecendo um estrela chata.”

 

* René Gau, arqueólogo e escritor francês.

 

Fonte

1. História Desconhecida dos Homens – desde há cem mil anos – Robert Charroux/Bertrand/1963.

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3 Responses to As Chapas de UR

  1. Creio que estamos diante de uma possível e materialismo científico que deseja esconder fatos e esse assunto é por demais verdadeiro. Dentro de um consenso prático histórico mesmo que o cientísta Arqueólogo Robert Charroux tenha falecido já, meus pêsames à Família – enviem por favor – ele e seus amigos não estarão mentindo e nos deixam riquezas em que ninguém pode contrariar forçando a Ciência cética atual materialista a abrir suas caixas escuras mentais a uma nova e clara Ciência fora de preconceitos e permitir quer queiram ou não que a Humanidade saiba de sua própria verdade mais dias e menos dias.Toda a História da Humanidade estará desvelada. Abraços e desculpem-me por lhes falar como pude.ritabelhabahia2008.

  2. Mario Vicente Gonçalves says:

    Como transmitir esses conhecimentos adquiridos e utilizados com o nome de técnologia por no máximo 0,05% da população mundial ao restante que ainda procura uma picareta para fazer um poço ,ou como animais tem que percorrer kilómetros para conseguir agua ??? Quando OS Avanços serão benéficos para todos ??
    Mario V Gonçalves

    • frankherles says:

      Rita e Mario
      Vcs estão corretos. Em toda história da humanidade, quando surge (seja criada ou descoberta) novas tecnologias elas são reservadas para uso dos poderosos – sejam paises ou grupos de pessoas.
      Infelizmente isto faz parte da história humana, onde instintos de sobrevivência e desejos de superar os semelhantes, tornar-se o mais forte e o mais poderoso para ao fim inclausurar às sociedades aos seus caprichos.

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