A Europa morreu em Auschwitz


Por Sebastián Vivar Rodríguez *

Eu caminhava pela Rambla del Raval (rua de Barcelona) e vi claramente: a Europa morreu em Auschwitz.

Nós assassinamos a 6 milhões de judeus, para acabar importando 20 milhões de muçulmanos, geralmente integristas.

Não se pode generalizar? Em vista de como caminham as coisas, eu creio que se pode, sim, generalizar!

Há exceções? De acordo… mas são exceções.

De resto, em geral deve dizer-se que em Auschwitz queimamos a cultura, a inteligência e a capacidade de criar riqueza; queimamos o povo que proporcionou à Humanidade as maiores mentes, capazes de mudar o rumo da história: Cristo, Marx, Einstein, Freud, e de nos dar grandes momentos de progresso e bem-estar!

E é preciso dizer também que o resultado de relaxar as fronteiras e do relativismo cultural e de valores sob o absurdo pretexto da tolerância, foram estes 20 milhões de muçulmanos, geralmente analfabetos e fanáticos que deixamos entrar na Europa e que, na melhor das hipóteses, estão, como eu dizia, nesta Rambla del Raval, expressão máxima do terceiro mundo e do gueto e que, no pior dos casos, preparam e executam atentados como o de Madrid ou os de Londres, amparados na proteção oficial que lhes proporcionamos dia a dia.

Nós trocamos a cultura pelo fanatismo, a capacidade de criar riqueza pela vontade de destruí-la, a ininteligência pela superstição.

Nós trocamos o instinto de superação dos judeus, que nem nas piores condições imagináveis jamais se cansaram de querer um mundo melhor em paz, pela pulsão suicida de Leganés.

Nós trocamos os diamantes, como riqueza portátil para a próxima vez que os judeus que expulsamos de Espanha devam fugir, pelas pedras palestinas contra qualquer tentativa de paz.

Nós trocamos o orgulho de sobreviver, pela obsessão fanática por morrer, e de passagem matar-nos e a nossos filhos.

Que erro nós cometemos!

 

* Sebastián Vivar Rodríguez, pseudonimo usado por um cidadão espanhol. Apesar de diversas mensagens na internet afirmar que ele é jornalista, escritor, industrial, professor universitário, etc., na verdade não se sabe quewm realmente seja.

 

Fonte

1. Revista Gentiuno, Espanha

 

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