Estado Físico do Planeta Terra e da Vida


Por Dr. Alexey N. Dmitriev*

Resumo

As atuais alterações físicas do planeta Terra estão se tornando irreversíveis. Existem fortes evidências de que estas transformações estão sendo causadas por material altamente carregado de energia não uniforme no espaço anisotrópico interestelar, que tem se quebrado em áreas interplanetárias do nosso sistema solar. Esta “doação” de energia está sendo produzinda por processos híbridos e estados excitados de energia em todos os planetas, bem como no Sol. Os efeitos aqui na Terra estão para serem encontrados na aceleração da mudança de pólo magnético, na distribuição vertical e horizontal do conteúdo de ozônio, no aumento da freqüência e magnitude de significativos eventos catastróficos de ordem climática.

Há uma crescente probabilidade de estamos nos movendo para um rápido período de instabilidade de temperatura, similar ao ocorrido a 10.000 anos atrás. As respostas adaptativas da biosfera e da humanidade à estas novas condições podem levar a uma total revisão do alcance das espécies e vida no planeta Terra.

É somente por meio de um profundo entendimento das mudanças fundamentais que estão ocorrendo em nosso meio ambiente que os políticos e cidadãos serão capazes de alcançar o equilíbrio com a renovação do fluxo do estado físico do planeta e dos seus processos.

 

 Introdução

Atualmente, alterações geológicas, geofísicas e climáticas na Terra estão se tornando cada vez mais irreversíveis. Neste momento, pesquisadores estão revelando algumas das causas que estão levando a uma reorganização geral da eletromagnetosfera (esqueleto eletromagnético) do nosso planeta e de sua máquina climática. Um número cada vez maior de especialistas em climatologia, geofísica e heliofísica estão tentando decifrar a seqüência “causal” (de origem cósmica) do que está acontecendo. De fato, eventos da última década nos dão fortes evidências de significativas transformações heliosféricas e de estruturas físicas dos planetas [1, 2]. Dada a qualidade, quantidade e escala destas transformações, podemos dizer que os processos climáticos e biosféricos do planeta Terra, embora estreitamente correlacionados a um gigantesco sistema de ação-reação, estão sendo diretamente impactados por ligações à dominantes processos de transformações que estão ocorrendo em nosso Sistema Solar.

Devemos começar a organizar nossa atenção – e reflexão – para compreender que as alterações climáticas na Terra são apenas uma parte, ou um pequeno link de uma cadeia inteira de eventos que estão ocorrendo em nossa heliosfera.

Estes profundos processos físicos, estas novas qualidades físicas e geológicas do nosso meio ambiente irão impor exigências e desafios adaptativos à todas formas de vida nesta planeta. Considerando os problemas de adptação biosférica que teremos com estas novas condições físicas da Terra, precisaremos – com a maior urgência possível – distinguir a tendência geral e a natureza destas mudanças.

Como veremos abaixo, estas tendências podem ser rastreadas pelo crescimento da capacidade da energia planetária (capacitância) que está gerando um estado altamente excitado (ou energeticamente carregado) de alguns sistemas da Terra. As transformações mais intensas estão ocorrendo nos invólucros de gás plasma planetário – região onde a produção de possibilidades de nossa biosfera são cronometradas.

Atualmente este novo cenário de excesso de energia está sendo formado e observado na ionosfera (pela geração de plasma), na magnetosfera (por tempestades magnéticas) e na atmosfera (por ciclones e outros eventos climaticos).

Este fenômeno de alta energia atmosférica, que foi raro no passado, agora está se tornando mais frequente, intenso e mudando em sua natureza. A composição material do invólucro de gás-plasma também está em transformação.

É muito natural toda biota terrestre ser submetida a estas condições de mudança do campo eletromagnético e às significativas e profundas mudanças da máquina climática do nosso planeta. Estes fundamentais processos de mudanças criam uma demanda dentro de todos os organismos vivos da Terra para novas formas de adaptação e evolução.

O natural desenvolvimento destas novas formas pode levar a uma revisão global de todas as espécies de vida na Terra. Novas e profundas qualidades de vida podem advir, trazendo um novo estado físico para a Terra e um equilíbrio com as novas possibilidades orgânicas de desenvolvimento, reprodução e perfeição. Neste sentido, é evidente que estamos diante de um problema de adaptação da humanidade a este novo estado da nossa mãe Terra – novas condições planetária cujas qualidades biosféricas estão variando e sendo distribuídas de forma não uniforme. Isto nos diz que estamos num período transitório de transformações; o que significa que só teremos respostas concretas sobre estas transições da vida quando soubermos quais serão as novas condições da biosféra terrestre.

Cada representante vivo deste planeta realizará um exame inteligente – ou intuitivo – que determinará sua habilidade de adaptar-se a estas novas condições. Estes desafios evolucionários sempre exigem esforço e resistência, tanto de organismos individuais como de espécies e comunidades. Portanto, não é somente o clima que está mudando, toda natureza está mudando, todos seres vivos estão vivenciando uma mudança global nos processos vitais de seus organismos e da própria vida – que é apenas um outro link no processo total. Não podemos tratar tais coisas separada ou individualmente, pois “todos são apenas links que continuamente interage com o todo.”

 

 1.0 - Transformação do Sistema Solar

Listaremos os recentes eventos de grande escala no Sistema Solar a fim de entendermos completamente as transformações físicas planetária que estão ocorrendo. A evolução destes eventos, como ficou claro nos últimos anos, estão sendo causada pela não uniformidade material e energética no espaço anisotrópico interestelar [2, 3, 4].

Em sua jornada no espaço interestelar, a heliosfera viaja em direção ao ápice solar na constelação de Hércules. Neste caminho, encontrou (década de 1960) matérias e energias não homogêneas contendo íons de hidrogênio, hélio, hidroxila e outros elementos em combinações. Este tipo de plasma disperso pelo espaço interestelar é apresentado pelas estruturas de faixas magnetizadas e estreasses. A transição da heliosfera (sistema solar) para esta estrutura intensificou as ondas de choques em frente do sistema solar de 3 à 4 AU (AU = Astronomical Unit – Unidade astronômica igual à distância média entre a Terra e o Sol. aproximadamente 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz) para 40 ou mais AU. Estas espessas ondas de choques causou a formação de plasma colusivos na camada parietal, o que gerou uma sobre dose de plasma ao redor do sistema solar – e a sua consequente erupção nos domínios interplanetários [5, 6]. Esta erupção constitui um tipo de doação de energia/matéria feitas pelo espaço interplanetário ao nosso sistema solar. Em resposta a esta doação de energia/matéria temos observado inúmeros eventos de larga escala:

a) Uma série de grandes transformações físicas de planetas;

b) Uma mudança na qualidade do espaço interplanetário em direção a um aumento de suas propriedades transmissoras interplanetárias e solar planetária; e,

c) O aparecimento de novos estados e novos regimes de atividade solar.

 

 1.1 – Uma Série de Grandes Transformações Físico Planetária

Novos processos estão ocorrendo em distantes planetas de nosso sistema solar. No entanto, estes processos estão sendo operacionalmente dirigindo à todo o sistema, a exemplo do crescimento de manchas escuras em Plutão [7], relatos de auroras em Saturno [8], relatos de mudanças polares em Urano e Netuno (planetas magneticamente conjugados), crescimento abrupto - em grande escala e intensidade – da magnetosfera de Urano, mudança na intensidade da luz e na dinâmica dos locais de luz em Netuno [9, 10], duplicação da intensidade do campo magnético em Júpiter (dados de 1992), e uma série de novos estados e processos observados neste planeta como consequência de uma série de explosões em julho de 1994 – causadas pelo Cometa SL-9 [12]. Ou seja, relaxamentos da trilha plasmódica [13, 14] que excitou a magnetosfera joviana, induzindo a uma geração excessiva de plasma [12] e sua liberação da mesma forma dos buracos coronais do Sol [15]. Isto provocou o aparecimento de um cinturão de radiação brilhante (banda dessimétrica 13.2 e 36 cm), o aparecimento de grandes anomalias aurorais e uma mudança do sistema de correntes “Io” de Júpiter [12, 14].

 

 Nota de atualização de A.N.D – novembro 1997

Outros processos observados e registrados recentemente:

a) Uma corrente (vapor) de hidrogênio ionizado, oxigênio, nitrogênio etc. está sendo dirigida para Júpiter – áreas vulcânicas de Io – por um tubo de fluxo de um milhão de amperes. Isto está afetando o caráter do processo magnético de Júpiter e intensificando a gênese de plasma. (Z.I.Vselennaya “Earth and Universe” Nº 3, 1997 plo-9, NASA).

b) Uma série de transformações na atmosfera marciana aumentou a qualidade de sua biosfera. Em particular, um crescimento nublado na área do equador e um invulgar crescimento na concentração de ozônio. [16],

Em setembro de 1997 o satélite ‘Mars Surveyor’ encontrou uma dupla densidade atmosférica – daquela projetada pela NASA – sobre a órbita de entrada de Marte. Esta maior densidade curvou um dos braços solares além de sua completação e parou aberto. Esta combinação de eventos retardou o início da programada missão fotográfica por um ano.

c) A primeira etapa da geração de atmosfera na Lua, onde uma crescente atmosfera de sódio é detectada e já alcança 9.000 km na altura [17].

d) Mudanças significativas – tanto físicas como químicas e óticas – foram observadas em Vênus; uma inversão de localizações de manchas escuras e claras foram detectadas pela primeira vez, e uma expressiva diminuição de gases contendo enxofre em sua atmosfera [16].

 

 1. 2 – Uma mudança na qualidade do espaço interplanetário através de um aumento em suas propriedades transmissoras interplanetárias e solar-planetária. 

Quando se fala de novas qualidades energéticas e materiais do espaço interplanetário, devemos primeiro ressaltar o aumento da carga energética nos domínios interplanetários ao nível de saturação material. Esta mudança do típico estado do espaço interplanetário tem duas causas:

a) O suprimento/fluxo interno de matéria do espaço interestelar: Radiação material, elementos ionizados e combinações [19, 20, 21].

b) Os efeitos posteriores da atividade do ciclo solar, espacialmente como um resultado das rápidas ejeções de massa coronal [CME's] dos plasmas solares magnetizados [22].

É natural que a redistribuição de matéria interestelar e intra-heliosférica criem novas unidades estruturais e processos nos domínios interplanetários. Eles são principalmente observados na formação estruturada de sistemas estendidos de nuvens de plasma magnético [23], e um aumento da frequência na geração de ondas de choque – e seus efeitos resultantes [24].

Existe um relatório com dados sobre duas novas populações de partículas cósmicas que não eram esperadas serem encontradas no cinturão de radiação Van Allen [25]; particularmente com uma densa injeção de elétron superior a 50 MeV na magnetosfera interna (durante abruptas tempestades magnéticas – CME’s) e o surgimento de um novo e consistente cinturão de elementos iônicos tradicionalmente encontrados na composição de estrelas.

Esta qualidade recentemente alterada do espaço interplanetário não somente realiza a função de um mecanismo planetário de interação de transmissão, mas (e isto é mais importante) também exerce ação estimulante e programadora sobre atividades solar em suas fases mínimas e máximas. A efetividade sísmica do vento solar também está sendo observada [26, 27].

 

 1.3 – Aparecimento de Novos Estados e Regimes de Atividade do Sol

No que se refere ao estado físico estelar do Sol, devemos primeiro ressaltar o fato de que importantes modificações têm ocorrido no existente modelo comportamental do objeto central de nosso sistema solar. Esta conclusão vem de observações e relatos de formas não usuais, poderes energéticos e atividades nas funções solares [20, 21], bem como nas modificações em suas propriedades básicas e fundamentais [28].

Desde o fim do mínimo de Maunder, um progressivo crescimento da atividade geral do nosso Sol tem sido observado. Este crescimento se revelou mais definidamente no 22º ciclo; o que oferece um problema real para os heliofísicos que estão admitindo rever suas principais teorias explanatórios:

a) A respeito da velocidade de alcançar máximos de super raios de luz.

b) A respeito do poder emissor de cada raio de luz, em separado.

c) A respeito da energia dos raios cósmicos solares etc.

Sobretudo, a espaçonave Ulysses, atravessando altas latitudes heliosférica, registrou a ausência do dipolo magnético, o que mudou drasticamente o modelo geral do heliomagnétismo, e posteriormente, complicou ainda mais as apresentações analíticas dos magnetologistas. O papel mais importante dos buracos coronários da heliosfera tornou-se mais claro; para regular a saturação magnética do espaço interplanetário [28,30].

Adicionalmente, eles geram todas as grandes tempestades geomagnéticas e as ejeções com um campo magnético dirigido para o sul, são geoefetivas [22]. Há também boa substanciação favorecendo os efeitos dos ventos solares sobre a zona de circulação atmosférica e dinâmica litosférica da Terra [31].

O 23º ciclo foi iniciado por uma série curta de manchas solares em agosto de 1995 [32], o que nos permitiu prever o máximo de atividade solar em 1999. O que é igualmente notável, é que uma série de chamas de classe C já tinha acontecido em julho de 1996. A especificidade e energia deste ciclo foram discutidas no final da década de 1980 [23].

O aumento da frequência das chamas de fluxo de raios X, que ocorreram bem no início deste ciclo, forneceram as evidências dos eventos em grande escala a acontecerem; especialmente em relação a um aumento na frequência dos super raios de luz. A situação tinha se tornado extremamente séria devido ao crescimento nas qualidades transmissoras do meio ambiente interplanetário [23, 24] e o crescimento da função heliosférica dos sistemas de júpiter, com a possibilidade de ser envolvida por uma plasmosfera, extendendo-se sobre a órbita de Io [13].

Como um todo, as observações e analises evidênciam um crescimento na velocidade, qualidade, quantidade e poder energético dos processos heliosféricos de nosso sistema solar.

 Nota de atualização  - 01/08/98

O inesperado aumento no nível da atividade solar na última metade de 1997, que prossegue até o presente, fornece forte evidência para a afirmação acima. Apesar de ter sido previsto um fluxo de raio X – nível Goes 9 - em 1997, houve três – um aumento de 300%. O mais dramático deles, uma ejeção de massa coronal X-9.1, ocorrida em 6 de novembro de 1997, produziu um evento de próton aqui na Terra com aproximadamente 72 horas de duração. A natureza, escala e magnitude da atual atividade solar aumentaram ao ponto de um oficial do governo americano, de uma estação de satélite solar (SOHO), ter escrito em seu relatório: “tudo bonito; tudo explodiu em uma parte do Sol hoje, 3 de janeiro de 1998.”

 

 2.0 – Processos de Reorganização da Terra

As observações registradas e documentadas de todos os processos geofísicos (meio ambiente planetário) e as modificações progressivas, claramente significativas em todos os relacionamentos físicos solares-terrestres em ciência, combinados com os efeitos integrais da atividade antropoeneda na heliosfera de nosso sistema solar [33, 34], leva-nos a concluir que uma reorganização global e transformações das qualidades físicas e ambientais do nosso planeta Terra esteja ocorrendo agora, diante de nossos olhos. Este rearranjo atual constitui um a mais na longa linha de eventos cósmicos-históricos de significativas transformações evolutivas do sistema solar, causadas por modificações periódicas e pela ampliação dos processos heliosferico-planetário-solar.

No caso do planeta Terra, estes novos eventos estão produzindo uma intensa pressão sobre o meio ambiente geofísico, causando novas qualidades a serem observadas nos processos naturais aqui na Terra; causas e efeitos que já têm produzido processos híbridos em outros planetas do nosso sistema solar, onde as combinações dos efeitos sobre a matéria natural e características de energia tem sido observados e registrados.

Agora discutiremos os processos globais, regionais e locais.

 

 2.1 – Inversão do Campo Geomagnético

Tendo claro em mente o conhecido e significativo papel do campo magnético na vida humana, em todos os processos biológicos, sublinharemos as características gerais deste estado de mudança no campo geomagnético da Terra. Temos que nos lembrar que muitas espaçonaves e satélites teem registrado o crescimento da saturação magnética na heliosférica terrestre em anos recentes [11, 18, 35]. A resposta natural da Terra a este nível de saturação elevada se revela em sua intensidade dipolo, na sua localização nos pólos magnéticos “c” e seus processos de ressonância de campo eletromagnético [36]. A Terra é o número um entre todos os planetas no sistema solar com respeito a sua habilidade específica a respeito da magnetização da matéria [6].

Nos últimos anos temos assistido a um crescente interesse de geofísicos e magnetologistas em geral, aos processos geomagnéticos [37-40], especialmente nas “viajens” dos pólos magnéticos da Terra [41, 42]. Eles estão particularmente interessados em observar os fatos que cercam a “viagem” direta ou vetorizada do pólo Antártico. Nos últimos cem anos, este pólo magnético viajou quase 900 km para frente e para dentro do Oceano Índico.

Estas mudanças significativas dos pólos magnéticos começaram em 1885. Os dados mais recentes sobre o pólo magnético Ártico nos diz que ele está se movendo em direção à Sibéria Oriental – uma anomalia magnética no meio do Oceano Ártico nos revelando que este pólo se “moveu” mais de 120 km entre 1973 a 1984, e 150 km entre 1984 a 1994. Estes dados, inicialmente estimados, foram confirmados por medições diretas  - L. Newwitt: Agora (1998), as coordenadas do pólo Ártico são 78.3 graus Norte e 104.0 graus Oeste [42].

Devemos enfatizar que esta documentada aceleração de mudança polar (3 km/ano – média de 10 anos) e sua viagem ao longo do “corredor” (criado com base em análises de mais de 400 pontos de inversões polares registrados) geohistórico, geofísico e geomagnético de inversões dos pólos, necessariamente, nos mostra que este evento não é apenas uma mudança ou digressão da norma, mas é, de fato, uma completa inversão de pólos magnéticos terrestre – um processo integral. Temos evidências para acreditar que a aceleração dessa “viagem” polar pode crescer a uma taxa acima de 200 km por ano. Isto significa que esta inversão polar pode ocorrer bem mais rápido do que atualmente é suposto por investigadores não familiarizados com problemas da mudanças polares, especialmente com suas predominantes causas externas.

Devemos também enfatizar o significativo crescimento de reconhecidas anomalias magnéticas mundiais (canadenses, leste siberianas, brasileiras e antárticas) na reorganização magnética da Terra. Sua importância se deve ao fato de constituirem uma fonte magnética quase independente do principal campo magnético do planeta. A maior parte do tempo, a intensidade destas anomalias magnéticas residuais excedem substancialmente todos os componentes residuais, embora não do total do campo magnético da Terra [48]. No entanto, estas anomalias estão iniciando a causar transformações nos processos geofísicos da Terra, afetando diretamente o estado da magnetosfera polar.

Também temos que levar em consideração o crescimento factual do ângulo da cúspide polar, que em meados dos anos de 1.900, alcançaram 45 graus – dados de IZMIRAN.

 Notas

1. Ângulo da cúspide polar são os “pontos polares na magnetosfera, Norte e Sul”.

2. O ângulo da cúspide era aproximadamente de 6 graus na maioria do tempo. Isto flutua dependendo da situação. Porém, nos últimos cinco anos, tem variado entre 25 e 46 graus.

A crescente e enorme quantidade de matéria e de energia radiantes (do vento solar e espaço interplanetário) veem se ampliado nos últimos anos, especialmente nas regiões polares, esquentando a crosta terrestre, os oceanos e as capas de gelo polar [27].

Nosso estudo de inversões dos polos geomagnéticos, e seus efeitos posteriores, levou-nos à direta conclusão de que os observados processos do presente estão seguindo exatamente os mesmos cenários presenciados por nossos distantes ancestrais. E sinais adicionais de inversão do campo magnético estão se tornando mais intensos em frequência e em escala. Por exemplo: durante os últimos 25 milhões de anos, a frequência destas inversões eram 2 a cada 500 mil anos, enquanto no último milhão de anos esta mesma frequência foram de de 8 a 14 inversões [43] – uma à cada 35.715/62.500 mil anos. O que é essencial aqui, é que durante os períodos anteriores de freqüência máxima de inversões, também ocorreu um correspondente decréscimo no nível global dos oceanos (entre 10 a 150 metros) pela contração causada pelo amplo desenvolvimento dos processos de dobras da crosta terrestre. Já nos períodos de menor freqüência de inversão do campo magnético, constatamos aumentos acentuados do nível mundial dos oceanos em virtude da prioridade dos processos de expansão e alongamento da crosta [43, 44]. Portanto, o nível mundial dos oceanos depende da característica global dos processos de expansão e contração determinantes durante cada inversão.

A atual fase de crescimento da inversão geomagnética pode não levar a uma elevação no volume oceânico pelo aquecimento polar, mas a um decréscimo dos mesmos. As frequentes inversões significam alargamento e expansão; raras inversões significam contrações. Os processos planetários, como regra, ocorrem por meios complexos e dinâmicos que exigem combinações e uniões de todas as forças e campos, a fim de agir e interagir com todo o sistema. Além da consideração da redistribuição hidrosférica, há desenvolvimento de eventos que também indicam uma quebra súbita e aguda da máquina meteorológica do planeta Terra.

 

 2.2 – Transformações Climáticas

Como a atenção pública está tão estreitamente focalizada sobre os sintomas das principais alterações – ou avarias – da máquina climática terrestre e seus consequentes efeitos biosféricos – às vezes severos -, devemos considerar estas transformações climáticas em detalhe. Assim, embora não afirmando, por enquanto, caracterizar a transição completa de um ciclo climático e biosférico, forneceremos uma série recente de breves dados relativos à temperatura, ciclo hidrológico e composição da atmosfera terrestre.

O regime de temperatura de qualquer fase de reorganização climática é caracterizado por contrastes e instabilidades – às vezes violentos. O amplamente citado e conceituado cenário do “Efeito Estufa” para mudanças climáticas totais está muito longe de explicar, ou responsabilizar, esta reorganização planetária. Já foi observado que o crescimento na concentração do CO2 se estagnou e que o conteúdo de metano na atmosfera já começou a diminuir [45], apesar dos desequilíbrios na temperatura e na dissolução do campo comum de pressão global continuarem a crescer.

Houve relatos de que a temperatura global máxima foi registrada em 1.994, e sobre a existência quase ininterrupta de um efeito hidrológico conhecido como ‘El-Nino’. Neste mesmo ano, satélites que monitoravam a temperatura do ar de superfície [49, 50] registraram (com base em 30 dias de datações) uma elevação de 0.22 graus Cº na temperatura global, correlacionando-se com as oscilações médias de frequências magnéticas registradas. Isto evidenciar que regime de temperatura da Terra está se tornando cada vez mais dependente de influências externas. Os processos representativos de regulação, ou base, destes rearranjos climáticos gerais são:

a) A distribuição de uma nova camada de ozônio.

b) Influxos e descargas de material radioativo (plasma) através das regiões polares e pontos de anomalias magnéticas mundial.

c) Crescimento dos efeitos ionosféricos diretos em relação aos campos meteorológicos, magnéticos e de temperatura da Terra.

Existe uma crescente probabilidade de que estamos nos movendo para um rápido período de instabilidade meteorológica semelhante a registrada à 10.000 anos atrás. Isto foi revelado pela análise das amostras de gelo retiradas na Groenlândia [51]. As análises destas amostras estabeleceram que as temperaturas anuais aumentaram em 7 graus C, a precipitação cresceu de 3 a 4 vezes e amassa de material de poeira aumentou para um fator de 100.

Tais transformações de alta velocidade nos parâmetros dos mecanismos de temperatura global, e seus efeitos nas qualidades físicas e biosféricas da Terra ainda não foram estudados com rigor pela comunidade científica. No entanto os pesquisadores estão continuamente insistindo que o aumento da temperatura da Terra é dependente e diretamente ligado à interações espaço-terra [52, 53]; seja Terra-Sol, Terra-Sistema Solar e/ou Terra-interestelar.

Até o momento não há falta de evidências nas variações da inversão de temperatura na hidrosfera (oceanos). No Leste do Mediterrâneo tem havido registros de inversão de temperatura em profundidades superiores a dois quilômetros – de 13.3 a 13.5 graus Cº para 13.5 a 13.8 -, seguido por crescimento da salinidade de 0.02% desde 1.987. O nível de salinidade do Mar Egeu parou de crescer e o fluxo externo de água salgada da Bacia do Mediterrâneo para o Atlântico diminuiu. Até o momento nenhum dos dois processos – ou suas causas – foram bem explicadas. Já foi estabelecido que a evaporação aumenta nas regiões equatoriais e fazem com que a densidade da água aumente, o que resulta em um imediato afundamento do leito. Em última análise, isto força a corrente do golfo a inverter seu fluxo. A probabilidade deste evento acontecer é confirmada por outros sinais, como em modelos numéricos de multiparâmetros [53]. Portanto, o cenário mais altamente provável para o Continente Europeu é que ele seja palco de um esfriamento agudo e súbito. Em outras partes, a região da Sibéria tem experimentado um aumento estável de temperatura [58] junto com relatos do Observatório de Novosibirsk Klyuchi de um crescimento constante – acima de 30 nanoteslas/ano – do componente vertical do campo magnético. Esta taxa de crescimento aumenta significativamente na medida que se aproxima da anomalia eletromagnética do leste siberiano.

 Nota de atualização – 01/08/98 

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica relatou hoje, 01/08/98, que 1.997 foi o ano mais quente desde que começaram os registros em 1.880, e que nove, dos anos mais quentes desde aquele tempo, ocorreram nos últimos onze anos.

 

 2.3 – Redistribuição de Ozônio

A redistribuição vertical e horizontal do conteúdo de ozônio é o principal indicador – e agente ativo – das transformações climáticas aqui na Terra. Temos evidências de que as concentrações de ozônio também influenciam fortemente os processos biosféricos da Terra. Amplos modelos de “buracos de ozônio” espalhados na estratosfera (localizados entre 11.2 à 16 Km. acima da Terra – Antártica e Sibéria, especialmente) estão registrando informações sobre serias modificações corretivas na redistribuição vertical do ozônio, e o seu crescimento na troposfera – abaixo de 11,2 Km. Agora está claro que a diminuição do conteúdo total do ozônio em nossa atmosfera é causada, principalmente, pela tecnogênesis (poluição industrial de desenho humano), e que esse conteúdo total de ozônio gera sérios efeitos sobre os processos de distribuição de energia dentro dos invólucros de gás-plasma da Terra – atmosféricos [54].

As camadas de ozônio na superfície, na estratosfera e troposfera agora estão sendo estudadas [55, 56]. Sabemos que a “foto-dissociação de ozônio” – processo pelo qual uma combinação química se rompe em seus elementos mais simples – controla as atividades oxidantes dentro da troposfera. Este processo acabou criado uma atmosfera especial, fisioquímica – circunstância pela qual as usuais concentrações troposfericas de monóxido de carbono, metano e outros gases hidrocarbonos são modificados e alterados. Assim, sabendo que está ocorrendo concentrações de ozônio nas camadas troposfericas (altitude situada entre 8 à 11,2 Km.) e, conhecendo as propriedades oxidantes do ozônio, inevitavelmente concluímos que uma alteração básica e fundamental da composição de gás e do estado físico da atmosfera da Terra já foi iniciado.

Há relatos da contínua diminuição na concentração regional de ozônio na estratosfera (25% a 49% – um pouco acima da Sibéria) [57], e de reduções globais no conteúdo de ozônio em altitudes entre 32-41 Km – com a máxima diminuição de 7%, a altitudes de 38 Km [55]. Ao mesmo tempo não existe nenhuma prova de crescimento da radiação ultravioleta na superfície do solo [58].

Existe, no entanto, um crescente número de “alertas de ozônio” em grandes cidades européias, a exemplo dos 1800 alertas desta natureza ocorridos em Paris, em 1994. Além disso, concentrações notavelmente altas de ozônio na camada de superfície foram registradas em regiões da Sibéria, onde ocorreram concentrações de ozônio (a exemplo de Novosibirsk) que excederam em 50 vezes o nível normal. Devemos relembrar que o cheiro do ozônio é perceptível em contrações de 100 mkg/m3; ou seja, 2 a 10 vezes acima do nível normal.

A preocupação mais séria dos aeronômistas vem da detecção de H02 que está sendo produzido a 17,6 Km. de altitude, causado por fonte e mecanismo ainda muito pouco desconhecida. Esta fonte de HO2 foi, em parte, descoberta como resultado de uma investigação das proporções OH/HO2 em intervalo entre 6.396 e 34.72 Km de altitude – troposfera superior e na estratosfera. Com o decorrer do tempo este significativo crescimento de HO2 criará uma dependência desta substância para os processos de transferência e redistribuição do ozônio na estratosfera terrestre inferior [56].

A dependência do dinâmico regime de ozônio e da distribuição espacial desta fonte pouco conhecida de HO2, significa a transição da atmosfera da Terra para um novo processo fisioquímico. Isto é muito importante porque a não uniformidade nas concentrações de ozônio na Terra pode, e causará, adruptos crescimento nos gradientes de temperaturas, que por sua vez acelerarão as velocidades de movimento das massas de ar, e provocará irregularidades nos padrões de mistura de circulação [46, 59].

Estas mudanças de gradientes de temperatura e alterações, por todo o planeta, criarão novas condições termodinâmicas para regiões inteiras; especialmente quando as hidrosferas (oceanos) começam a participar do novo desequilíbrio térmico.

O estudo [53] suporta esta conclusão e a alta possibilidade de um resfriamento abrupto dos continentes europeu e norte-americano. A probabilidade de um tal cenário aumenta quando se leva em consideração a ociosidade de dez anos da bomba hidrotérmica do Atlântico Norte. Com isto em mente, a criação de uma agenda climático global, orientado para a ecologia e que possa rever estas catástrofes globais, se torna criticamente importante e rigorosamente imprescindível.

 

 3.0 – Chegada e Consequências de Novas Condições 

Considerando a totalidade e relacionamento sequencial de experiências passageiroas, os novos processos formados, trazidos pelas transformações físicas planetária, antropogênicas e cosmogênicas, e as alterações de nossos sistemas climáticos, achamos razoável dividir esses assuntos em suas influências manifestas (explícitas) e não manifestas (implícitas) sobre o meio ambiente da Terra.

 1 – Consequências Manifestas ou Explícitas 

Classes ou categorias de efeitos trazidos pelo corrente estado de reorganização da Terra são muito diversas. A maioria delas, contudo, tendem a ser do tipo de evento passageiro de alta energia. Baseado nos resultados da Conferência de Yokohama (outono de 1994), eles podem ser chamados de “catástrofes significativas” e são de nove tipos:

 

Catástrofes Significativas – 1963-1993

Tipos

Número

$ Danos (em bilhões)

Mortes

Inundações

76

162

202,000

Furações

73

?

153,000

Seca

53

167

?

Congelamento

24

?

?

Tempestades

6

?

?

Epidemias

100

?

133,000

Terremotos

20

?

102,000

Desnutrição*

18

?

?

Deslizamentos

?

?

54,000

                                                                                          * Fome e/ou sede

 

Além disso, salientamos o abrupto crescimento de catástrofes meteorológicas nos últimos anos. Em 1994, por exemplo, somente na região atlântica foram registrados 19 ciclones, 11 dos quais se tornaram furacões – um recorde em 100 anos [60].

Entre 1963 e 1993, houve um crescimento de 400% em registros de signiticativas catástrofes naturais. O nosso planeta está mudando e a atividade humana está acelerando estas mudanças em níveis ainda não bem determinados; ao fim será o próprio ser humano que terá que adaptar-se às novas condições de vida que ajudou a criar, evoluindo ou… se extinguindo…

  

Catástrofes e suas Consequências

Anos

Total

Anual

Total

Anual

Total

Anual

1963-1967

16

3.2

39

7.8

89

17.8

1968-1972

15

3.0

54

10.8

98

19.6

1973-1977

31

6.2

56

11.2

95

19

1978-1982

55

11.0

99

19.8

138

27.6

1983-1987

58

11.6

116

23.2

153

30.6

1988-1992

66

13.2

139

27.8

205

41.0

- x -

241

8.0

503

16.8

778

25.5

                                        Danos >1% de baixas>1% produto interno bruto das populações. > 100 mortes. 

 

Devemos ter em mente que a crescente complexidade dos padrõe de sinais climáticos e meteorológicos estão nos levando a uma transformação que tende a ser um novo estágio da natureza na terra; ou como diz o acadêmico Kondratyev, “…os dados indicam que estamos nos movendo em direção a um caos climático que originará outros padrões de vida”. Na realidade, este estado de transição de nossa máquina climática está fazendo novas exigências à toda biosfera terrestre – o que inclui a espécie humana. Em particular, há relatos da Antártica que mostram uma dramática reação da vegetação as recentes mudanças no clima – em 1964 foram registradas 700 espécies crescendo e em 1990, 17.500 espécies [61]. Este aumento da cobertura vegetal da Terra comprova uma reação biosférica ao processo em desenvolvimento de rearranjos climático.

O padrão global de geração e movimento dos ciclones também está mudando, a exemplo do crescimento de 2,5% (nos últimos 10 anos) do número de ciclones se movendo para a Rússia a partir do ocidente. Aumento nos níveis dos oceanos, causados por degelos das regiões polares, levarão a rápidas mudanças nas linhas costeiras, uma redistribuição do relacionamento terra e mar, e a ativação de significativos processos geodinâmicos. Estas são as principais características daqueles processos que levam a uma nova ordem climática e biosférica.

 

2 – Consequências não Manifestas ou Implícitas

As consequências implícitas são aquelas que estão abaixo do nível da percepção humana e que, portanto, não nos chamam a atenção. Registros de instrumentos e mesmo observações diretas destes fenômenos pelo campo eletromagnético da Terra evidenciam que uma imensa transformação do meio ambiente terrestre está em curso. Esta situação foi agravada na década de 90, quando o poder humano antropogênico de produção/uso de energia aumentou para (1-9) E+26 ergs/ano; isto significa que atingimos o valor de produção/consumo de “conservadores energético” que deveriam estar reservados para uso pelo nosso planeta. Por exemplo, o consumo anual de energia da Terra é representada por (1-9) E 26 ergs para tremores de terra, (1-9) E 24 para tempestades geomagnéticas, e (1-9) E 28 para a emissão de calor [54].

Já há registros de efeitos tecnogênicos sobre o estado funcional do esqueleto eletromagnético da Terra. Um ciclo tecnogênico de sete dias com as variações de parâmetros dinâmicos do campo geomagnético foi revelado 1985 [62, 63]. Este ciclo tem afetado bastante os ciclos curtos nos relacionamentos solares-terrestres. Hoje (1998), mais de 30% da média dos distúrbios da magnetosfera terrestre já são causados pela produção, transmissão e consumo de energia pelos humanos.

Na costa leste dos EUA o cinturão de radiação Van Allen baixou abruptamente de 300 km para apenas 10 km. Este processo está associado com a transmissão da eletricidade nos Grandes Lagos ao Sul, ao longo do meridiano magnético e ao uso da frequência de ressonância ionosférica (60Hz) de consumo de energia [63].

Há também uma coerência registrada entre as inerentes qualidades da anomalia magnética brasileira e o sistema de produção de energia de “Hidro-Quebec.” Os processos tecnonaturais e eletromagnéticos combinados, usados nas grandes cidades, ainda são muito complexos e ainda não estudados adequadamente. Um estudo realizado em São Petersburgo, Rússia, em 1996, demonstra uma conexão direta entre morte por doenças cardiovasculares e o consumo de energia elétrica [Nota 3].

Além disso, o aumento na frequência e alcance das naturais formações auto-luminosas na atmosfera e forças geoespaciais nos tem chamado a atenção [64, 65, 66]. Os processos de geração e a existência de tais formações auto-luminosas, se espalhando por toda a Terra, representam um notável fenômeno físico. O que é mais invulgar a respeito destas formações auto-luminosas é que, embora elas tenham características distintas e bem conhecidos processos físicos, elas possuem combinações completamente incomuns e são acompanhadas por processos com características que não podem ser explicadas com base em conhecimentos da física atual. Assim, as características dos intensos processos eletromagnéticos estão sendo encontradas no espaço interior, perto ou dentro destes naturais, e ainda estranhos, objetos autoluminosos que, entre outras, apresentam as seguintes características:

a) Intensa emissão eletromagnética que vão desde a banda de onda micrométrica (através de visível de diapasão) até televisão e os comprimentos de ondas de rádio.

b) Alterações dos campos elétricos e magnéticos como rompimentos elétricos e magnetização de rochas e objetos técnicos.

c) Descargas elétricas destrutivas.

d) Efeitos de gravitação como levitação.

e) Outros.

Todas as qualidades desta classe de fenômeno estão exigindo o desenvolvimento de novos ramos da física moderna, particularmente a criação de um “modelo não homogêneo do vácuo físico” [67]. Um avanço nas ciências nesta direção nos permitirá revelar a verdadeira natureza destes objetos, que estão atuando, aparente e latentemente sobre nosso ambiente geológico, geofísico, biosféricos e sobre a vida humana [68].

Portanto, devemos primeiro levar em consideração todos os recentemente desenvolvidos dos processos e estados de nosso meio ambiente geológico-geofísico. Estes processos, na sua maior parte, se manifestam em qualidades difíceis de observar e registrar – qualidades do esqueleto eletromagnético da Terra. Estes dados também dizem respeito à significados geofísicos e climáticos das interações solares-terrestres e planetários-terrestres. Isto é especificamente verdadeiro para Júpiter que está magneticamente conjugado ao nosso planeta. As totalidades destes processos transformadoras de ordem planetária se desenvolvem precipitadamente, obliquamente e diversamente. É fundamental que nossos políticos sejam informados e conscientizados de que esses relações globais entre a totalidade dos recursos naturais e atividades antropogênicas geram causas e efeitos que interagem com o todo [69].

Existe uma atraente necessidade para se começar um estudo científico que delineará os problemas associados com os atuais processos transformacionais e os efeitos resultantes na dinâmica demográfica global [70]. Um acentuado aumento da nossa força destrutiva tecnogênica sobre o planeta ou mesmo em escala cósmica, já colocou a sobrevivência futura de nossa civilização tecnocrática em questão [33, 37].

Adicionalmente, o princípio de supremacia da natureza [72] ao longo da atual civilização, integra  tecnogênios e psicogênicas atividades, e seus resultados se tornam cada vez mais evidentes.

 

Conclusões

A situação criada aqui em nossa heliosfera é de origem externa, interestelar e do espaço cósmico. Foi causada pelas subjacentes fundamentais de auto oscilações do espaço-físico – onde ocorre contínuos processos de desdobramentos que envolve e delineia continuas evoluções em nosso universo.

O atual estado excitado da nossa heliosfera é consequência de interações com o todo, com todos organismos que compõe nosso sistema solar: o sol, os planetas, luas, cometas e asteróides, bem como os plasma, ondas eletromagnéticas e as estruturas do espaço interplanetário. As respostas a estas injeções materiais e de energia interestelar em nossa heliosfera tem sido, e continuam a ser, uma série de novos processos energéticos e formações observadas em todos os planetas: entre os planetas e suas luas, e os planetas e o sol.

A habilidade da Terra para se adaptar a estas ações externas e de transferências são agravadas – tornada mais difícil – pelas alterações tecnogênicas que temos feito na qualidade (ou estado natural) do nosso meio ambiente geológico/geofísico. O nosso planeta está agora em um dramático processo de transformações, alterando seu esqueleto eletromagnético através de uma mudança do campo geomagnético polar, de mudanças na composição da camada de ozônio e hidrogênio, e nos níveis de saturação de seus involócros de gás/plasma. Estas mudanças no estado físico da Terra estão sendo acompanhadas pelos resultantes processos climáticos - pressões e adaptações atmosférica e biosférica. Estes processos estão se tornando cada vez mais intensos e frequentes, como evidenciado pelo aumento de tempo real nos “eventos passageiros não periódicos”; ou seja, em catástrofes. Há razões favorecendo – ou apontando – para o fato de que um crescimento na qualidade ética (ou espiritual, como queiram) da humanidade diminuiria o número e a intensidade de complexas catástrofes.

Tornou-se vitalmente importante a elaboração (por cientistas de diversas áreas) de um mapa mundi, zoneando as regiões favoráveis ou não à catastróficas, levando-se em consideração a qualidade do meio ambiente geológico/geofísico, a variedade e intensidade das influências cósmicas e o nível real de desenvolvimento ético/espiritual das pessoas que ocupam essas áreas.

Em breve o nosso planeta estará vivenciando estas novas condições de crescente energia. Isto significa que já iniciamos um processo de transição planetária para um novo estado e qualidade no relacionamento espaço/Terra. Os organismos vivos das regiões da Terra que tenham maiores atrações para as influências cósmicas ora em curso assumirão a liderança na evolução de vida, adequando reações (ou processos) às novas condições. Estas zonas de comutações verticais e de transferência de energia já estão se tornando o coração (foco ou expicentro) da busca de novos sistemas de adaptações e mútuas transformaões. A lista geral destas zonas inclui as regiões polares, as extremidades continentais leste das regiões equatoriais (Caribe, Madagáscar, Filipinas, Mar Amarelo, etc.), e as zonas internas continentais que tendem a se dobrar e se elevarem (Himalaia, Pamir-Hindu kush, sistemas Altay-Sayan, etc.).

As mais significativas destas áreas são as zonas “helio-sensitivas” que teem interagido intensamente com as atividades geoefetivas do sol (Nota 1); produzindo, entre outros fenômenos, dramáticas e inusitadas manifestações de vácuo não homogêneo, ou éter clássico não mecânico e estruturas de domínio. Estas estruturas, ou objetos, estão – ou irão – interagir com as zonas “helio-sensíveis”, produzindo profundos e poderosos efeitos sobre o meio ambiente, a exemplo de alterações das atividades sísmicas e das composições químicas.

Em virtude destes objetos de domínio no vácuo não homogêneo apresentarem características dum mundo “não físico”, como “luz líquida” e “movimentos não newtoniano”, é difícil não descrever suas manifestações como sendo processos “intermundo”. É importante ressaltar que estas zonas heliosensitivas que exibem processos de média e grande escala, estão também estreitamente associadas com estes “processos intermundo”, produzidos pelos distúrbios da homogeneidade do vácuo físico.

Tais distúrbios causam, e criam, processos de transferência de energia e matéria entre o éter e o nosso mundo tridimensional. A multiplicidade de tais fenômenos – rico em qualidades e variedades – está crescendo rapidamente. Centenas de milhares destas naturais formações auto-luminosas já estão exercendo uma crescente influência sobre os campos geofísicos e biosféricos da Terra. Sugerimos que a presença destas formações seja o precedente principal da transformação da Terra; uma Terra que se torna cada vez mais sujeita aos processos físicos passageiros que existem dentro da fronteira entre o vácuo físico e nosso mundo material.

Tudo isto coloca a humanidade, e cada um de nós, diretamente diante de um problema muito difícil e de solução urgente: a criação de um avanço revolucionário em conhecimentos que exigirão uma transformação de nosso pensamento, em níveis pelo menos igual a estes fenômenos nunca antes vistos em nosso mundo.

Não há outro caminho para o futuro além de uma percepção vivencial, profunda e interna, de conhecimento sobre os acontecimentos em curso no ambiente natural que nos rodeia. É somente através desta compreensão que a humanidade alcançará equilíbrio com o renovado fluxo do estado e processos físico do nosso planeta.

Gaia vive e precisamos entender seus mecanismos de vida – face a estes novos desafios – para assegurar a continuidade da nossa espécie e outras formas de vida.

 

* Dr. Alexey N. Dmitriev, professor de geologia e mineralogia, membro chefe científico do Instituto Unido de Geologia, Geofísica e Mineralogia (Departamento Siberiano da Academia Russa de Ciências), especialista em Ecologia global e eventos físico-terrestres de processos-rápidos.

 

Notas de Andrew Tetenov

1. Como a Terra é um grande organismo altamente organizado, cada uma das suas unidades estruturais, ou territórios, tais como sistemas de montanhas, rios, falhas tectônicas, depósitos de minério, campos petrolíferos etc., desempenham um específico papel funcional em sua vida, e em suas conexões com o mundo exterior. Por exemplo, depósitos de minério de ferro apoiam a estabilidade climática porque efetuam ligações entre as atividades elétricas na atmosfera e abaixo da superfície terrestre.

3. Na década de 1920, Tschizhevsky, descobriu e revelou os níveis das diversas ligações existentes entre a atividade solar e diversos processos. Usando vasto material historiográfico, estatísticas e material de diversas ordens ele mostrou que a atividade solar funciona como um acelerador e moderador sobre toda a biosfera terrestre, com ligações diretas sobre a frequência e quantidade não só de catástrofes naturais e alterações climáticas como de nascimentos, mortes, colheitas, epidemias, ataques cardíacos, suicídios,  crescimento e diminuições de populações, etc.

4. Como as diferentes zonas da Terra possui diferentes funções no organismo terrestre; suas respostas à atividade solar também são diferentes. Por exemplo, as regiões polares são as primeiras a reagir à perturbações solares em forma de tempestades magnéticas, auroras e, hoje sabemos, aquecimento do oceano na latitude 75 graus norte. Sabemos também a existência de outros locais que demonstram intensas reações à diferentes tipos de atividade solar, a exemplo das zonas sensíveis de Hélio. Estas reações incluem distúrbios eletromagnéticos locais, auroras de baixa latitude, alterações específicas no padrão do campo magnético e outras anômalas variações de curta duração. A soma dessas pequenas reações acabam gerando reações no estado geral da biosfera e meio ambiente de todo planeta. Um dos nossos colegas, Dr. Ildar Mingazov, identificou e mapeou uma curiosa interrelação entre a atividade solar e a distribuição/frequência dos diferentes tipos de doenças.

 

Notas complementares

1. Texto publicado originalmente em russo – Traduções IICA, Volume 4, 1997

2. Tradução do russo para o inglês e edição: A. N. Dmitriev, Andrew Tetenov e Earl L. Crockett

3. Tradução do inglês para português: Angelo S. Antunes

4. Edição em Português: Frank Herles Matos

5. Publicado no World’s Observatory com autorização do editor em inglês, Andrew Tetenov – 22/03/2009.

 

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60. Science News (Notícias sobre Ciência) – vol. 148, Nr 25, 1995.

61. Science News (Notícias sobre Ciência) - vol. 146, Nr 334, 1994.

62. Tsirs G.P.,Loginov G.A. – “The Characteristics of Weekly Moves of Geomagnetic Oscillations 1985.” (As Características de Movimentos Semanais de Oscilações Geomagnéticas em 1985) – v. 25, Nr 2, p. 153-154.

63. Biryukov A. S., Grigoryan S.R., Garkusha V.I. & et al. “Low Frequency Radiation Sources. Their Action Upon Earth Radiation Belts. A Survey.” (Fontes Baixas de Radiação de Freqüência. Sua Ação nos Cintos de Radiação da Terra. Uma Pesquisa) - Moscow: VINITI, Nr 5204-88, 1988. – 1236.

64. Dmitriev A.N., Poholkov Yu.P., Protasyevic’ E.T. & Skavinskii V.P. - “Plasma Generation in Energy Active Zones.” (Geração de Plasma em Energia de Zonas Ativas.) - USSR Ac. Sci., Siberian Branch Institute of Geology and Geophysics, Novosibirsk, 1992.

65. Non-Periodic Transient Phenomena in Environment: II interdisciplinary Workshop Transactions(Fenômenos Não Periódicos no Meio Ambiente: II Seminário de Transações Interdisciplinares.) - Tomsk, Tomsk Polytech. Inst., 1990.

66. Dmitriev A.N. – “Correcting Dfunction of Helio Centered Unusual Atmospheric Phenomena.” (Corrigindo Disfunções de Helio Centrado em Incomuns Fenômenos Atmosféricos) - Izvestiya Vis’shih Uch. Zaved., Physics, Tomsk, v.35, 1992, Nr 3, p 105-110.

67. Dmitriev A.N. & Dyatlov V.L. – “A Model of Non-Homogeneous Physical Vacuum and Natural Self-Luminous Formations.” (Um Modelo Não-Homogêneo no Vácuo Físico e Formações Autoluminosas Naturais.) – IICA Transactions, Novosibirsk, 1996, v.3, p. 65-76.

68. Environment Monitoring and Problems of Solar-Terrestrial Physics. (Ambiente de Monitorização e Problemas da Física Solar-terrestre) – Theses of International Symposium – June 18-21/1996 – Tomsk, Tomsk Univ., Sib. Phys. – Tech. Inst., 1996.

69. Natek K. – “The Necessity of Future Politicians Learning Global Relations Between Natural Processes and Antropogeneous Activity.” (A Necessidade de Aprendizagem sobre Futuras Políticas de Relações Globais entre Processos Naturais e Atividades Antropogênicas) - Global Changes and Geogr., IGU Conf. Moscow. Aug. 14-18-1995 – Abstr. – Moscow, 1995, 251.

70. Kondratyev K.Ya. – “Global Change and Demography Dynamics.” (Mudanças Globais e Dinâmicas Demograficas) - Rus. Acad. Sc. Vestnik, 1996, v. 66, Nr 4, p. 364-375.

71. Dmitriev A.N. – “Tecnogeneous Challenge to the Planet Earth.” (Desafios Tecnogêneos para o Planeta Terra) - Vestnik Vys’shei Shkoly, 1989, Nr 7, p. 38-44.

72. Kosygin Yu.A. – “The Highway of Synthesis.” (A Auto-estrada da Síntese) – Pacific Geology, 1995, v. 14, Nr 6, p. 8-15.

 

Fonte

1. The Millennium Group

 

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7 Responses to Estado Físico do Planeta Terra e da Vida

  1. juju says:

    achei super legal esse texto amei que pena que nao pudi ler tudo mais um dia quero ler!!!!!!!!!!

  2. Ricardo says:

    Excelente matéria. Pena que a maioria dos habitantes do planeta nem imaginam a situação da nave em que navegam. Veleu….

  3. Maria A. Sampaio says:

    Este tipo de artigo é op que eu considero de utilidade pública. Gostei. Na verdade Adorei. Obrigaa e sucessos.

  4. Tania Regina says:

    Adorei este artigo. Possui informações que ajudarão a esclareçer melhor o tamanho do estrago que as ações humanas estão causando em nosso planeta.
    Devemos assumir a responsabilidade de deixarmos este planeta igual ao melhor para nossas futuras gerações.
    Que Deus abençoe a todos.

  5. Hilton says:

    Muito interessante. Lembrei das profecias mayas, sem exageros, que nos alertam para um novo tipo de vida.

  6. alcides says:

    O artigo é cheio de informações importantíssimas que precisam ser atualizadas. Estamos em 2009, o Sol está numa fase extremamente “fria” o que contrapõe o que é corretamente informado no texto sobre o Sol, mas que agora está numa situação completamente oposta. Os efeitos esperados deste fenômeno é o início de uma pequena era glacial para uns ou uma verdadeira era glacial para outros, mas o fato, ao contrário do que divulgado pela mídia, é que estamos numa fase de esfriamento do planeta Terra e ” à beira da extinção”. Vejam os linnks: http://www.iceagenow.com de um alarmista da era glacial e o http://www.icecap.us onde pesquisas sérias e recentes sobre o situação do planeta são publicadas,

  7. Pingback: Mike

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