A Morte de uma Nação


“Aquele que controla o passado controla o futuro. Aquele que controla o presente controla o passado”. – George Orwell – 1984.

 

Por Christopher Knight * Robert Lomas **

Nova Luz sobre Velhas Crenças

Costuma-se dizer que mais informação foi produzida nos últimos trinta anos que em todos os últimos cinco mil. Graças às modernas técnicas de investigação e ao advento dos poderosos bancos de dados e sistemas de buscas, hoje podemos ter acesso a uma quantidade enorme de informações. Agora, podemos entender muito mais sobre o mundo no qual vivemos, seu passado e seu futuro potencial do que jamais havíamos sonhado ter sido possível, mesmo há uma geração atrás.

Grande parte da população tem se acostumado com a idéia de uma avalanche de inovações sem-fim; todas as coisas, do creme dental aos motores de carros, tornam-se mais desenvolvidos ano a ano. A maioria de nós agora acredita que ser novo significa ser melhor, embora mesmo que novas coisas possam mudar de aparência, antigas idéias ainda permanecem e as “verdades” que foram postas em nossas mentes quando crianças permanecem inalteradas. Como sabemos que Colombo descobriu a América? Por que acreditamos que Jesus transformou água em vinho? Simples: acreditamos que conhecemos as respostas de ambas as questões porque alguém nos contou, por incontáveis vezes, que estas eram assim e nunca tivemos interesse, oportunidade e/ou acesso à evidências históricas que pudesse alterar estas certezas culturalmente aceitas.

A Igreja Católica Romana

A História nada mais é do que um registro dos eventos passados, um mero catálogo das crenças preferidas e expostas por pessoas com interesses específicos. Como George Orwell bem observou em seu romance “1984”, a História é sempre escrita pelos vitoriosos e quem controla a escrita dos livros de História controla o passado. Sem dúvida alguma, a mais consistente e poderosa força no mundo ocidental nos últimos dois mil anos tem sido a Igreja Católica Romana e, conseqüentemente, a História tem freqüentemente o que ela deseja que esta seja.

A Igreja tem sido a provedora de muitas ‘verdades’ culturalmente aceitas e sedimentadas no mundo – especialmente no Ocidente. Nos dias de hoje, no entanto, quanto mais evidências surgem, mais ela tem admitido que o papado não é tão infalível quanto uma vez ela proclamou. Por exemplo, Galileu foi sentenciado a viver aprisionado e sua obra foi queimada quando argumentou que a Terra movia-se no espaço e somente em 1992 que uma comissão papal reconheceu o erro do Vaticano opor-se a ele. No século 19, a teoria da evolução de Charles Darwin foi vorazmente atacada pela Igreja, mas em 1996 o Vaticano uma vez mais admitiu que estava errado.

Em tempos passados a Igreja proveu as respostas aos enigmas da vida quando não havia uma melhor solução, mas à medida que a ciência avançava as necessidades dos mitos diminuía. Entretanto, enquanto o Vaticano move-se devagar e cautelosamente quando repensa o papel da humanidade na criação, quando se refere à interpretação dos eventos descritos no Novo Testamento ele simplesmente não se move, apesar das consideráveis e novas evidências históricas.

Uma boa ilustração de que este histórico poder ocorreu em Novembro de 1996, quando o Papa João Paulo II encontrou-se com o Arcebispo de Canterbury, o chefe da Igreja da Inglaterra. Neste encontro entre os dois líderes religiosos, o Papa sentiu a necessidade de relembrar aos ingleses de sua absoluta superioridade ao reafirmar seu status histórico como o sucessor direto de São Pedro, no qual, como se costuma dizer, “Cristo entronizou sua Igreja”.

Jesus, Tiago e a Igreja de Jerusalém

Esta reivindicação de poder baseada em uma herança direta do próprio Jesus Cristo, conhecida como ‘Sucessão Apostólica’, é baseada em uma versão Católica Romana da história que tem se tornado amplamente desacreditada na medida em que os modernos estudiosos reexaminam as circunstâncias da Igreja de Jerusalém. O peso da evidência agora fortemente indica que Jesus comandou uma facção inteiramente judaica e que não foi sucedido por Pedro, mas sim por seu irmão mais jovem, Tiago, o primeiro Bispo de Jerusalém.

O papel de Tiago, o irmão carnal de Jesus, tem sempre sido visto como o de uma ameaça à Igreja Católica Romana e desde os tempos mais remotos a Igreja tem controlado a história a fim de remover qualquer informação a respeito desta figura sumamente importante.

Ainda em 1996, o Papa João Paulo II emitiu uma declaração onde afirmava que “…Jesus era o filho único de Maria e que, por isso, Tiago não era seu irmão carnal, e seu seu irmão em Deus”. O Pontífice realizou esta declaração estranha e completamente sem fundamento apesar das evidências bíblicas e das várias opiniões de estudiosos em contrário.

O peso da evidência que agora existe demonstra que mesmo que Pedro possa ter sido um líder do movimento cristão em Roma entre 42 e 67 d.C., ele certamente não era o líder da Igreja. O líder supremo de toda a Igreja naqueles dias era Tiago, o irmão de Jesus – bispo de Jerusalém. Hoje sabemos que nenhum estudioso da Bíblia duvida deste fato e S.G.F. Brandon coloca-se mais claramente quando afirma: “…O fato da supremacia da Igreja de Jerusalém e seu caráter essencialmente judaico emergem claramente de sérias dúvidas e deste mesmo modo à única liderança de Tiago, o irmão de Jesus.

Tiago foi um refinado sucessor de seu irmão crucificado e apresentou-se como uma forte liderança para a comunidade que conhecemos por Igreja de Jerusalém e para os judeus da Diáspora (a dispersão pelo mundo greco-romano), assim como para as comunidades de Efésios, na Turquia, de Alexandria e da própria Roma. Três anos após a morte de Jesus, Paulo, um judeu da Diáspora, natural da cidade do sudeste da Turquia, Tarsos, chegou em Israel. Devido à falsa história que é difundida atualmente, muitas pessoas acreditam que este homem chamava-se ‘Saulo’ enquanto perseguia os cristãos e que se converteu a ‘Paulo’ quando repentinamente tornou-se um cristão após ter ficado cego no caminho de Damasco.

A realidade é um pouco diferente. Para começar, não havia cristãos àquela época; a Igreja de Jerusalém era judaica e o culto chamado Cristianismo iniciou-se muitos anos depois, a partir de uma concepção completamente romana. O homem que deu força a esta nova religião mudou seu nome do hebraico ‘Saulo’ para o romano ‘Paulo’ ao tornar-se um cidadão romano quando jovem, pois desejava um nome que soasse familiar ao seu nome original.
Foi-nos ensinado que Paulo era zeloso pela Lei Judaica e esta o levou a perseguir a Igreja de Jerusalém, considerando-a uma facção judaica que não era leal à Lei e, deste modo, deveria ser destruída. Ele mesmo admitia ter estado envolvido com o apedrejamento de Santo Estevão, o primeiro mártir cristão.

Esta, entretanto, não pode ser vista como uma questão de sectarismo judaico, uma vez que a Igreja de Jerusalém liderada por Tiago era completamente judaica e não havia nenhuma sugestão nesta época de que Jesus não era nada além de um mártir judeu que havia morrido na tentativa de estabelecer uma nova regra para seu povo.

Paulo e Seu evangelho

Em algum momento, Paulo tornou-se fascinado pela idéia da natureza sacrifical da morte de Jesus e opôs-se a Tiago por este não aceitar que seu irmão era um deus. Em sua Epístola aos Gálatas, ele encontra-se em grande aflição ao apontar que, durante seu período de conversão, ele encontrava-se completamente independente da Igreja de Jerusalém ou de qualquer outro agente humano e, deste modo, coloca suas pitorescas idéias sob a direta intervenção de Deus. Paulo diz: “Mas, quando aprouve àquele que me reservou desde o seio de minha mãe e me chamou por sua graça, para revelar seu Filho em minha pessoa, a fim de que o tornasse conhecido entre os gentios”.

As idéias que Paulo gerou e que posteriormente os evangelistas construíram, vieram unicamente de sua imaginação. O estudioso cristão, S.G.F.Brandon escreveu: “A frase ‘para revelar seu Filho em minha pessoa’ é reconhecidamente curiosa, mas claramente possui um grande significado para os nossos entendimentos sobre a interpretação pessoal dos propósitos de Deus para Paulo… Quando cuidadosamente considerada como uma declaração de fato, as palavras realmente constituem uma tremenda, mesmo irracional aclamação para qualquer homem desenvolver, mais especialmente um homem com os antecedentes de Paulo”.

Elas significam literalmente que na pessoa de Paulo, Deus revelara seu Filho para o propósito de Paulo ‘difundir o Seu evangelho’ entre os Gentios… O que a declaração de Paulo implica é uma nova revelação de Seu Filho, para que fosse propiciada uma nova apreensão de Jesus que era, até o momento, desconhecida na Igreja… A posição que nós descobrimos então era a de que Paulo é o expoente de uma interpretação da fé cristã da qual ele mesmo julga como essencialmente diversa da interpretação que pode ser mais bem descrita como a tradicional ou a histórica.

Se a avaliação dada por Paulo e seus seguidores é uma distorção das verdadeiras crenças da Igreja de Jerusalém, a questão permanece: quais eram suas idéias originais?

Maçonaria

Em nosso último livro, desenvolvemos um complexo, mas, assim esperamos, bem razoável argumento de que a Igreja de Jerusalém utilizava-se de cerimônias de ‘ressurreição em vida’ para iniciar pessoas em seus mais altos níveis dentro da comunidade. Nestas cerimônias o candidato representava uma morte simbólica e era envolto em um sudário antes de ser ressuscitado, exatamente como os Maçons hoje em dia fazem. É conhecido através de documentos contemporâneos, incluindo os Manuscritos do Mar Morto, que era uma prática normal para os judeus naquele tempo chamar as pessoas de dentro da facção de ‘os vivos’ e os de fora de ‘os mortos’.

Após estudar a terminologia usada pela população da Jerusalém do primeiro século, chegamos à conclusão de que não há absolutamente nenhuma razão para atribuir significados sobrenaturais às ações de Jesus Cristo. Seus supostos milagres, incluindo-se a ‘ressurreição dos mortos’, possa ter sido um simples desentendimento dos vários eventos mundanos realizados posteriormente por indivíduos que possuíam um ponto de vista diverso dos judeus. Outras frases mal-entendidas incluem termos como ‘transformar água em vinho’ que simplesmente significa elevar a população comum a uma posição mais alta na vida. Hoje, os Maçons ainda utilizavam um ritual de ressurreição estilizada para elevar o candidato de seu ‘sepulcro’ de modo a torná-lo um Mestre Maçom completo e preparado. Esta é realizada nas trevas, diante de Boaz e Jachin, os dois pilares orientais que se encontravam na entrada do Templo de Jerusalém.

Confronto entre Paulo e Tiago

Após Paulo estar convencido de que possuía uma nova interpretação da morte de Jesus (baseada em sua má interpretação da terminologia de Jerusalém), ele sabia que teria problemas com Tiago, o chefe da Igreja de Jerusalém. Seu embaraço quando da explicação de seu evangelho a Tiago é visível no segundo capítulo de sua Epístola aos Gálatas, quando diz: “Subi em virtude de uma revelação e apresentei o Evangelho, que prego entre os gentios… Pelo contrário, viram que a mim fora confiada a evangelização dos gentios, como a Pedro tinha sido confiada a evangelização dos judeus. Pois aquele que incentivou Pedro ao apostolado entre os circuncidados, incentivou também a mim para o dos gentios. Tiago, Cefas e João, que são considerados as colunas, reconhecendo a graça que me foi dada, deram as mãos a mim e a Barnabé em sinal de pleno acordo: nós iríamos aos pagãos e eles aos circuncidados”.

Alguns observadores cristãos têm declarado que o ‘evangelho dos gentios’ de Paulo era meramente um acordo geográfico, onde Paulo tomava para si a responsabilidade de pregação aos gentios fora da nação judaica, mas este é um argumento inconsistente. Em sua Segunda Epístola aos Coríntios, Paulo claramente alerta para aqueles que estão pregando ‘um outro Jesus’ e ‘outro espírito’, enquanto que ao mesmo tempo declara à sua audiência para não aceitar qualquer explicação diferente da sua. Enquanto estamos certos de que Tiago não aceitava o evangelho pregado por Paulo, alguns estudiosos do Novo Testamento têm demonstrado evidências de que alguns rabinos em Israel da época realmente “…aceitavam a idéia de que era necessário apresentar o Judaísmo de uma forma diferente que poderia ser apreciada por aqueles educados nas tradições da cultura greco-romana”.

Outras interpretações

Poucas pessoas tomam a tarefa de ler as descobertas dos estudiosos bíblicos e deste modo eles permanecem abertos ao dogma padrão da Igreja Católica que sustenta a visão de Paulo como real, apesar desta não possuir base na Igreja de Jerusalém. Um desses estudiosos apresentou a seguinte situação: O valor que pode ser atribuído à evidência cristã liga-se à razão do porquê desta literatura ter sido criada e as circunstâncias que deram origem ao seu nascimento. Inicialmente, entretanto, esta é suspeita, pois se ressente de provas que agora são sabidas serem impossíveis. Os Evangelhos demonstram uma crença ou afirmação que proclamam que Jesus era um ser semi-divino que nasceu violando as leis da natureza e que venceu a morte. Esta não era a crença dos seguidores originais de Jesus, e muito menos dele mesmo em suas declarações.

As cartas de Paulo são os documentos mais antigos, cristãos ou não, a relatar as origens do Cristianismo que chegou aos nossos dias; ainda assim elas são as menos úteis no estabelecimento de fatos a respeito de Jesus… “É significante que elas demonstram uma marcada falta de interesse a respeito do Jesus histórico e do fundador proverbial da fé”.

Crença herética de Paulo

Paulo inventou uma crença herética que é essencialmente não-judaica e a confronta com uma estrutura teológica que sempre colocou um abismo absoluto entre Deus e o homem, e o estranho evangelho de Paulo, criado para os gentios, é completamente sem paralelo em todos os registros do pensamento judaico; na verdade, é, em parte, cópias de milenares dogmas egipcios. Se estivermos certos de que o Jesus dos ensinamentos de Paulo era completamente diferente daquele do de Tiago e da Igreja em Jerusalém, a questão que precisamos responder é: por que esta forma herética sobreviveu e a verdadeira Igreja desapareceu?

Para procurar esta resposta é necessário revelar e entender a visão de Tiago, o irmão de Jesus, que era conhecido como ‘o Justo’. É sabido através dos registros sobreviventes que os judeus da Igreja de Jerusalém possuíam uma considerável desconfiança em relação aos judeus da Diáspora e que possuíam pouco ou nenhum interesse na conversão dos gentios.

Tiago

Tiago, o Justo, foi Bispo de Jerusalém e havia sido estabelecido como um sumo sacerdote oficial pelos Zelotes em direta oposição aos sumo sacerdotes saduceus e boetusianos pró-romanos.

É nos demonstrado no registro fornecido nos capítulos 66 e 70 dos Reconhecimentos Clementinos que Tiago realizou uma palestra pública no Templo a respeito da verdadeira doutrina de seu irmão Jesus, onde os famosos rabino Gamaliel e Caifás o questionavam. A eloqüência e a lógica de Tiago foram ganhando o total apoio da audiência convidada quando um inimigo (acreditado por muitos estudiosos como sendo Paulo) causou uma grande confusão que resultou no lançamento de Tiago escada a baixo e em sua morte.

Eusébio, um historiador da Igreja do terceiro século, fornece-nos um registro da morte de Tiago que provem uma versão muito mais compreensiva do que o breve relato registrado por Josephus. Tiago é descrito como um asceta de grande popularidade que possuí algumas curiosas práticas religiosas e que é detido no Templo por Ananias que convence o Sinédrio de que Tiago havia quebrado a Lei. Lá lhe é feita uma estranha questão que nenhum estudioso conseguiu entender: “Ó Justo, a quem todos nós somos obrigados a confiar, anuncia-nos o que é o portão da salvação. (Sha’ar há-yeshu’ah)”.

Esta faria perfeitamente sentido se Ananias tivesse ouvido os rumores a respeito do paradigma dos dois pilares gêmeos, que era tão importante para os Nazoreanos, estes os membros mais antigos da Igreja de Jerusalém, e desse modo pedisse a Tiago para explicá-lo. Os pilares gêmeos Boaz e Jachin eram aqueles que se encontravam lado a lado na entrada do ‘Santo dos Santos’ – o santuário interior do Templo de Yahweh – e representavam os messias monárquico e sacerdotal de Israel. A salvação para o povo judeu somente seria estabelecida quando ambos os pilares estivessem no lugar – o que seria requerido para remover a ocupação romana e o controle de suas marionetes, os Saduceus.

Tiago não poderia explicar suas crenças a estes judeus inferiores e sendo assim, respondeu com uma declaração que aparentemente não fazia sentido para seus inquisidores. Eles então atiraram Tiago pela muralha do Templo, apedrejaram-no e finalmente executaram-no com um golpe de espada diante do Templo.

A liderança da Igreja de Jerusalém era mais monárquica que eclesiástica, pois logo após o assassinato de Tiago, em 62 d.C., um primo de Jesus, Simão, filho de Cleofás, tornou-se o novo líder da Igreja. Ele também foi mais tarde assassinado; executado pelos romanos como um pretendente ao trono de David.

Igreja de Jerusalém – Monarquia hereditária?

O fato de ter Jesus assumido a liderança completa após o assassínio de seu primo João Batista, seguido por ser irmão Tiago e então pelo próximo membro homem da família, tem conduzido muitos analistas a observar que a Igreja de Jerusalém era estruturada como uma monarquia hereditária. Exatamente como se poderia esperar da linhagem real de David.

Acredita-se que ambos Tiago e Paulo tiveram mortes violentas e alguns estudiosos têm sugerido que Paulo possa ter sido executado pelos Zelotes por sua participação no assassínio de Tiago. A questão que permanece é o porquê da prosperidade da religião de Paulo, enquanto que a de Tiago desapareceu.

Por que não há nenhuma evidência documental da sobrevivência da Igreja de Jerusalém?

Manuscritos escondidos?

Nós acreditamos que ela ainda sobrevive até os nossos dias atuais, mas, do mesmo modo que os Manuscritos do Mar Morto que foram encontrados em Qumran, os manuscritos da Igreja de Jerusalém foram escondidos para protegê-lo da contaminação dos gentios. Para entender o que aconteceu a estes importantes documentos nós devemos retornar a um terrível período da história judaica.

* Christopher Knight nasceu em 1950. Em 1971, concluiu seus estudos formando-se em publicidade e desenho gráfico. Ele sempre demonstrou um forte interesse no comportamento social e no sistema de crenças tendo por muitos anos atuado como analista de consumo envolvido no planejamento de novos produtos e suas estratégias de vendas.

** Robert Lomas nasceu em 1947 e graduou-se com honra em engenharia elétrica, iniciando-se após isso em pesquisas no campo de física dos estados sólidos. Mais tarde trabalhou no sistema de direcionamento para os mísseis Cruise e esteve envolvido no desenvolvimento de computadores pessoais mantendo sempre o seu interesse sobre história da ciência.Ele atualmente leciona no Centro de Administração da Universidade de Bradford.

Nota

1. Trecho do Livro “O Segundo Messias

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